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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013

M.: Look de Domingo

Estes últimos dias foram, quase todos, de passeios...já vos contei um pouquinho em posts anteriores. Falei do cansaço, da pressa, mostrei os looks de Natal e Reveillon...e agora, mostro mais.

Numa das nossas saídas, fomos almoçar com a família do papá. Estavam lá todos, e a M., claro ficou feliz como um pinto no lixo. lol. No início, encolheu-se toda no colo do avô, com vergonha dos tios. Não sei porque, mas a minha menina "estranha" sempre os homens. O pai está a ensinar bem, ah está...

Para a tia, não houve um único olhar de intimidação. Saltou-lhe logo para os braços. :) Passados uns minutos, já comecei a ver a M. a soltar-se...a ficar desinibida.

Exibiu-se para cada uma das pessoas (de preferência, para as pequeninas), correu atrás, pediu colo, abraços e beijinhos. Desta vez, recebeu muitos de volta. :) Queria poder partilhar estas imagens, mas como devem compreender, vou optar por não as publicar...uma vez que envolvem outras crianças. 

Tirei muitas fotos, porque ameeeeeeeeeei o look que escolhemos. O pai ficou todo babado quando a pequena surgiu na sala, toda pronta para sair. Estava mesmo linda. Regra geral, escolho comprar vestidos. São práticos por serem uma única peça, e dão muito jeito na hora de mudar a fralda. Mas como a M.  está a ficar crescidinha, comecei a querer vê-la com outras opções. Já falei dos calções e túnicas, que viraram um vício meu. Mas desta vez, foi diferente.

Segui a dica da Mafuca e fui atrás de umas jardineiras liiindas e muito, muito em conta. Conjuguei com uma t-shirt de gola, umas carneiras e um belo laçarote. Para arrematar, fui buscar ao fundo do armário um casaquinho de malha do ano passado, que ainda lhe serve lindamente. O resultado me encheu a vista, e só senti vontade de sorrir. Lá estava ela, a minha princesa dos vestidos, numas calças compridas...demais! :)

Tenho que dizer, que a menina atraiu as atenções. Pronto, sou mãe babada...e assumida. Falei. :p
Fomos ao supermercado na mesma noite, e as pessoas eram só sorrisos quando a M. passava a correr e a dar "xaus". Os "xaus" eram para mim. A rebelde sem causa queria correr sozinha, livre, leve e solta. Lá arranjei umas coisinhas para a "entreter"...uma mochila da Kitty, um gel de banho das Winx, um verniz para as unhas, plasticina (ou massa de modelar), uns laços, uns iogurtes...e pimba! Ela já saltou para dentro do carrinho de compras. Sossego. No final, já estava destruída lá dentro, de chupeta na boca e a pedir para "nanar".

Agora, sem mais demora, sem mais enrolação...deixo-vos a minha menina das calças compridas. Thanks, Mafuca! Ameeei a sugestão! ;)

Beijinhos nossos














A M. Veste:

Jardineiras: H&M
T-shirt com gola: Coobie
Carneiras: Armazém do Calçado
Laço: DOT




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domingo, 16 de dezembro de 2012

Seja Amigo da Felicidade

O que você faz para ser Feliz?

Felicidade não é coisa fácil, não recebemos à toa. É um estado que se pode alcançar com trabalho, muito trabalho. Trabalho interno, antes de qualquer outro. Trabalho de olhar para dentro, de conhecer quem somos, de arrumar a "casa". Custa tanto quanto custa amadurecer.

Ela chega quando mudamos de atitude, quando olhamos profundamente para a nossa existência. Vem para perto de nós se aceitarmos quem somos, e é muito mais real e fiel quando aprendemos a sorrir pelo outro, pelo mundo.  Muitas vezes, ela apresenta-se a quem sabe sair de cena, para ver o outro dar espetáculo, brilhar. Porque quando somos capazes disto, de olhar ao redor, multiplicamos as hipóteses de felicidade. Ela passa a estar em toda a parte, onde menos esperamos. No "bom dia" daquele homem que passa por nós, no caminhar daquele bebé, no olhar daquela senhora que pede esmolas na rua.

Pode ser ligeira, arrebatadora, fulminante. Mas bom, bom mesmo, é quando é tranquila. Quando é inteira. É quando chega de malas feitas, pronta para ficar. Quando transformamo-nos no seu amigo.

Felicidade não perdoa desaforo, meus queridos leitores. Ela pode casar com você, e raras vezes abandoná-lo. Mas ela não vai olhar para si, se você estiver desinteressante. E quem desperta interesses é aquele que sabe amar, sabe sorrir, sabe agarrar o que vale a pena na vida, e descartar o resto. É capaz de admirar, e é capaz de dizer isto. É capaz de desejar o bem.

Interessante mesmo é quem sabe plantar o bem, e colhe como poucos. Agradece o que tem, compreende o que não tem. Tudo, sem olhar para o lado. Sem cobiçar. Sem querer ser o outro, sem querer o que é do outro. Sabe ocupar e transformar o seu próprio lugar. Rega as plantas de casa. Embeleza a vida. Flui, flui, flui. É alguém que é bonito, mesmo bonito. Interessa-me este alguém.

E só aviso: tenha calma...há lugar para todos nós. Com todas as nossas diferenças, com todas as mil  e uma qualidades que você tem. Que eu tenho. Com a beleza que eu tenho na minha vida, e você na sua.

Ser feliz é uma arte. E, tristemente, informo que não é para todos. Porque tem gente que não sabe ser, não encontra o caminho. Não enquadra. Porque há quem não seja leve, quem não seja livre. Tem gente que até quando solta as amarras, é sem jeito. Não combina. O que era para ser uma gargalhada, soa a susto. Inevitavelmente, e não por mal, deixam de fazer parte da minha vida. Porque não condiz comigo e com os meus. Simples assim.

Acredito profundamente que aqueles que não sabem ser felizes, têm a perfeita consciência disto. Sabem onde o sapato lhes aperta, sabem como funcionam, como olham para o mundo. Mas mudar é difícil, dificílimo. Exige tempo, pede coragem. Pede generosidade, consigo e com os outros. Mas generosidade, minha gente, é coisa rara.

É triste perceber que tantas pessoas apenas "passam" pelo mundo. Sem dar conta, sem deixar nada de lindo. Que desperdiçam o dom da vida com coisas mesquinhas, tacanhas, minúsculas. Digo que é triste, porque é mesmo. Só posso desejar que algo mude. Por elas, não por mim. Também posso escrever sobre isto....e assim o faço. Porque posso.

Você pode agora estar a perguntar-se a razão deste texto. E eu explico. É por pensar na sorte que tenho, porque recebo afagos e generosidade, muitas vezes de quem nem conheço. Por chegar à conclusão de que há muita gente capaz de ser feliz.

 Desde que iniciei o blogue, tenho sido alvo de muito carinho, e agradeço infinitamente. São pessoas que me presenteiam com palavras de incentivo, e é para elas, para a grandeza de espírito que têm, que eu reflito e publico. Que eu ofereço a minha casa interior, o meu canto.

E não esqueçam. É como diz a música, "felicidade é só questão de ser".  ;)

Agora, pergunte-se: "O que eu faço para ser feliz?".

Beijinhos para quem consegue, para quem tenta.





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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A Questão do ABRAÇO



Ontem à noite, quando estava a tentar chegar à cozinha, a M. não parava de agarrar-me pelas pernas a pedir "baço". Depois de tentar explicar que a mamã estava a fazer o jantar, sem sucesso, desisti. Sentei-me no sofá e coloquei a pequena ao colo. Imediatamente, ela aninhou-se encostada ao meu peito, num abraço tranquilo. E ali estivemos as duas, entrelaçadas a ver televisão, trocando olhares. Por vezes, a M. virava os olhos para mim e soltava um beijinho.

Neste momento, só conseguia pensar que estava no melhor lugar do mundo. Foi como se um casulo de repente nos abrigasse, longe do tempo e das tarefas. Um cantinho só nosso. Senti-me segura e achei engraçado, porque este deve ter sido o mesmo sentimento passado para ela.

Foi inevitável desenvolver toda uma linha de raciocínio sobre o tema. Estive, cá com os meus botões, a pensar nos abraços que dei, e nos que não dei. Abraço é uma coisa que a gente vai esquecendo quando se torna adulto...porque o dia à dia nos endurece um pouco, porque o tempo é curto, ou apenas porque habituamo-nos a olhar unicamente por nós próprios. Pensei ainda, e já a sofrer, nos abraços que me vão ser negados quando a M. entrar na "aborrescência", quando tiver as suas crises, quando quiser sair de casa...da mesma forma que eu fiz com os meus pais.

Todo o mundo passa por uma fase assim, é verdade. De querer pouco contacto, de envergonhar-se com o carinho dos pais, de culpá-los por todas as injustiças do planeta. É normal, eu sei. Mas é estúpido e cruel. Só depois de ser mãe, é que vi as coisas assim.

Abraço de filho deveria vir em receita médica. Acho que não há nada melhor para as mazelas do corpo e da alma. Porque abraço cura, minha gente. Abraço aproxima, aconchega, conforta. Abraço de eu te amo, abraço de saudade, abraço de quem pede desculpa, de quem quer ajuda...

Sinto culpa pelos abraços que não dei, neguei, escondi. Principalmente, daqueles que eram para os meus pais. Felizmente, há tempo para voltar a distribuí-los.

E assim o farei. Esta é uma campanha "interna", só minha, ensinada pela minha filha bebé. Vou abraçar, apertar e aconchegar. Vou apresentar o meu carinho a quem dele precisar. Vou trazer para o casulo. Vou voltar a ser criança muitas vezes. Para aninhar e me deixar sorrir...para soltar as amarras, aliviar a tensão. Para tornar-me veículo de amor.

Li em qualquer lado que "quando abraçamos, a felicidade nos visita por segundos"...e não é?!

Quando estava ali, naquele sofá, dentro do abraço da M., tive vontade de abraçar os meus pais, o meu marido, os meus irmãos, a minha avó Maria, o meu afilhado, algumas tias muito amadas, a minha prima-irmã, umas poucas amigas que estão longe...e difícil foi prender aquelas duas ou três lágrimas, que claramente, escaparam. A minha filha olhou para mim e disse, levando o dedo aos meus olhos: "Ábua, ábua!". Aí,  um sorriso chegou a correr. :)

No final daqueles minutos de carinho e de reflexão, senti-me maior e melhor. Engrandeci.

E você? Você...você! Aí mesmo! Que está a ler este post! Já abraçou hoje?! ;)

Beijinhos, e um abraço apertado...



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segunda-feira, 26 de novembro de 2012

Happy M.

Yes, I have a happy baby!

Ontem fomos visitar os avós paternos da M. , e o papito aproveitou para ver o Porto jogar. Gosto muito dos fins-de-semana, porque nos permitem estar com a família, e sair um pouco do nosso contexto. Mas também fizemos um outro passeio, para que a pequena estivesse com gente da sua altura.

A M. , como já sabem, adora estar com outras crianças. É raro conseguirmos juntar a nossa princesa à canalhada, porque o papá tem uns horários de louco. Mas desta vez, conseguimos fezer-lhe este miminho.

Ora bem...eu já sabia que a minha pipoca é um doce muito doce. Mas como mãe é mãe, cai sempre bem quando confirmamos que as nossas crias são mesmo fantásticas, e que isso não é apenas fruto da nossa imaginação. ;)

Fiquei a observar a minha princesa durante grande parte da noite, e percebi que tenho feito um ótimo trabalho. Yeah! Ainda não conheci bebé mais carinhoso(a)! Eu tive que parar para apreciar este traço da M., pois tantas são as vezes que alguém nos diz que "ela é tão meiguinha...".

A M. esteve toda a noite deste domingo a tentar estabelecer vínculos com os outros pequenos, que pouco lhe davam bola. Andava atrás de um rapazote, com os bracinhos abertos, enquanto ele fugia ou protegia-se do "contacto". Quando conseguia obter algum sucesso, a M. ria-se enquanto afagava um cachorrinho estampado no pijama do menino, e fazia "au,au". Ai, que graça. Só visto. Tínhamos que estar a arranjar uma distração, para que ele tivesse sossego. Afinal, coitado do rapaz não queria mesmo estar naquele "chamego" com ela.

Com uma menininha, ainda mais bebé  (a M. é mais velha), não foi muito diferente. lol. A M. chegava junto da outra pipoca e dava abracinhos, fazia "ó-ó", distribuia beijinhos. O máximo que recebeu de volta foi um carrinho no meio da testa. Ou dois. A minha filha ainda não aprendeu a revidar, e a sua inocência é de uma beleza absoluta. Quando levou um revés da outra criança, apenas fez uma expressão de tristeza, fez beicinho...e olhou à volta, como quem fazia queixa aos pais. Rapidamente, esqueceu o assunto e voltou a brincar...até ter outro "ataque" de abracinhos e beijinhos, e voltar a correr atrás da pirralhada... :)

Eu sei que a vida vai levar embora um pedaço desta M. que hoje vejo. É verdade e é inevitável. Mas apego-me a cada sorriso que planto e colho, e fico em paz, por perceber que estou a criar um ser humano para ser feliz. Hoje, não a deixo cantar uma música sozinha, e se ela dança, eu danço também. Sorrio, mesmo quando não tenho forças nem para pensar. Não deixo que a minha filha sinta a minha falta, e  assim, sei que ela vai crescendo tranquila e cercada de amor.

Independente do que o futuro nos traga, estou a ser uma "mãe borboleta", a seguir pelo caminho certo... ;)

Beijinhos


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