domingo, 16 de dezembro de 2012

MÚSICA!

Porque, cá em casa, estamos preocupados em colorir a vida.
  Sweet Colors. Candy Colors.
E temos fundo musical.
E partilhamos.
 ;)






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Seja Amigo da Felicidade

O que você faz para ser Feliz?

Felicidade não é coisa fácil, não recebemos à toa. É um estado que se pode alcançar com trabalho, muito trabalho. Trabalho interno, antes de qualquer outro. Trabalho de olhar para dentro, de conhecer quem somos, de arrumar a "casa". Custa tanto quanto custa amadurecer.

Ela chega quando mudamos de atitude, quando olhamos profundamente para a nossa existência. Vem para perto de nós se aceitarmos quem somos, e é muito mais real e fiel quando aprendemos a sorrir pelo outro, pelo mundo.  Muitas vezes, ela apresenta-se a quem sabe sair de cena, para ver o outro dar espetáculo, brilhar. Porque quando somos capazes disto, de olhar ao redor, multiplicamos as hipóteses de felicidade. Ela passa a estar em toda a parte, onde menos esperamos. No "bom dia" daquele homem que passa por nós, no caminhar daquele bebé, no olhar daquela senhora que pede esmolas na rua.

Pode ser ligeira, arrebatadora, fulminante. Mas bom, bom mesmo, é quando é tranquila. Quando é inteira. É quando chega de malas feitas, pronta para ficar. Quando transformamo-nos no seu amigo.

Felicidade não perdoa desaforo, meus queridos leitores. Ela pode casar com você, e raras vezes abandoná-lo. Mas ela não vai olhar para si, se você estiver desinteressante. E quem desperta interesses é aquele que sabe amar, sabe sorrir, sabe agarrar o que vale a pena na vida, e descartar o resto. É capaz de admirar, e é capaz de dizer isto. É capaz de desejar o bem.

Interessante mesmo é quem sabe plantar o bem, e colhe como poucos. Agradece o que tem, compreende o que não tem. Tudo, sem olhar para o lado. Sem cobiçar. Sem querer ser o outro, sem querer o que é do outro. Sabe ocupar e transformar o seu próprio lugar. Rega as plantas de casa. Embeleza a vida. Flui, flui, flui. É alguém que é bonito, mesmo bonito. Interessa-me este alguém.

E só aviso: tenha calma...há lugar para todos nós. Com todas as nossas diferenças, com todas as mil  e uma qualidades que você tem. Que eu tenho. Com a beleza que eu tenho na minha vida, e você na sua.

Ser feliz é uma arte. E, tristemente, informo que não é para todos. Porque tem gente que não sabe ser, não encontra o caminho. Não enquadra. Porque há quem não seja leve, quem não seja livre. Tem gente que até quando solta as amarras, é sem jeito. Não combina. O que era para ser uma gargalhada, soa a susto. Inevitavelmente, e não por mal, deixam de fazer parte da minha vida. Porque não condiz comigo e com os meus. Simples assim.

Acredito profundamente que aqueles que não sabem ser felizes, têm a perfeita consciência disto. Sabem onde o sapato lhes aperta, sabem como funcionam, como olham para o mundo. Mas mudar é difícil, dificílimo. Exige tempo, pede coragem. Pede generosidade, consigo e com os outros. Mas generosidade, minha gente, é coisa rara.

É triste perceber que tantas pessoas apenas "passam" pelo mundo. Sem dar conta, sem deixar nada de lindo. Que desperdiçam o dom da vida com coisas mesquinhas, tacanhas, minúsculas. Digo que é triste, porque é mesmo. Só posso desejar que algo mude. Por elas, não por mim. Também posso escrever sobre isto....e assim o faço. Porque posso.

Você pode agora estar a perguntar-se a razão deste texto. E eu explico. É por pensar na sorte que tenho, porque recebo afagos e generosidade, muitas vezes de quem nem conheço. Por chegar à conclusão de que há muita gente capaz de ser feliz.

 Desde que iniciei o blogue, tenho sido alvo de muito carinho, e agradeço infinitamente. São pessoas que me presenteiam com palavras de incentivo, e é para elas, para a grandeza de espírito que têm, que eu reflito e publico. Que eu ofereço a minha casa interior, o meu canto.

E não esqueçam. É como diz a música, "felicidade é só questão de ser".  ;)

Agora, pergunte-se: "O que eu faço para ser feliz?".

Beijinhos para quem consegue, para quem tenta.





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sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

A Nossa Escolha: Foque

Hoje, e só porque é um encanto, a nossa escolha é uma marca do país vizinho...conhecem a Foque?



Já todos sabemos que os nossos hermanos são uma referência quando o assunto é moda infantil. Quem não adora ver aqueles miúdos espanhóis todos prontinhos e mega elegantes? Eu sou FÃ do trabalho português nesta área, mas não posso fechar os olhos para esta marca deliciosa...

A Foque prima pelos detalhes, desde à escolha dos tecidos, até à forma como conjugam diversos padrões. Os tricotados e as toucas marcam uma forte presença em qualquer coleção, e são de um charme sem fim...

Acho fantástica a forma como a Foque une o clássico ao moderno, como inova, e como tem a preocupação de criar combinados da cabeça aos pés. Sim, porque também fazem sapatos lindíssimos. 

É uma marca que está há 50 anos no mercado, a fazer roupa bonita, muito bonita, clássica e divertida. Uma inspiração!

Para quem não conhece, ficam algumas imagens maravilhosas. ;)

Beijinhos



















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quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

A Questão do ABRAÇO



Ontem à noite, quando estava a tentar chegar à cozinha, a M. não parava de agarrar-me pelas pernas a pedir "baço". Depois de tentar explicar que a mamã estava a fazer o jantar, sem sucesso, desisti. Sentei-me no sofá e coloquei a pequena ao colo. Imediatamente, ela aninhou-se encostada ao meu peito, num abraço tranquilo. E ali estivemos as duas, entrelaçadas a ver televisão, trocando olhares. Por vezes, a M. virava os olhos para mim e soltava um beijinho.

Neste momento, só conseguia pensar que estava no melhor lugar do mundo. Foi como se um casulo de repente nos abrigasse, longe do tempo e das tarefas. Um cantinho só nosso. Senti-me segura e achei engraçado, porque este deve ter sido o mesmo sentimento passado para ela.

Foi inevitável desenvolver toda uma linha de raciocínio sobre o tema. Estive, cá com os meus botões, a pensar nos abraços que dei, e nos que não dei. Abraço é uma coisa que a gente vai esquecendo quando se torna adulto...porque o dia à dia nos endurece um pouco, porque o tempo é curto, ou apenas porque habituamo-nos a olhar unicamente por nós próprios. Pensei ainda, e já a sofrer, nos abraços que me vão ser negados quando a M. entrar na "aborrescência", quando tiver as suas crises, quando quiser sair de casa...da mesma forma que eu fiz com os meus pais.

Todo o mundo passa por uma fase assim, é verdade. De querer pouco contacto, de envergonhar-se com o carinho dos pais, de culpá-los por todas as injustiças do planeta. É normal, eu sei. Mas é estúpido e cruel. Só depois de ser mãe, é que vi as coisas assim.

Abraço de filho deveria vir em receita médica. Acho que não há nada melhor para as mazelas do corpo e da alma. Porque abraço cura, minha gente. Abraço aproxima, aconchega, conforta. Abraço de eu te amo, abraço de saudade, abraço de quem pede desculpa, de quem quer ajuda...

Sinto culpa pelos abraços que não dei, neguei, escondi. Principalmente, daqueles que eram para os meus pais. Felizmente, há tempo para voltar a distribuí-los.

E assim o farei. Esta é uma campanha "interna", só minha, ensinada pela minha filha bebé. Vou abraçar, apertar e aconchegar. Vou apresentar o meu carinho a quem dele precisar. Vou trazer para o casulo. Vou voltar a ser criança muitas vezes. Para aninhar e me deixar sorrir...para soltar as amarras, aliviar a tensão. Para tornar-me veículo de amor.

Li em qualquer lado que "quando abraçamos, a felicidade nos visita por segundos"...e não é?!

Quando estava ali, naquele sofá, dentro do abraço da M., tive vontade de abraçar os meus pais, o meu marido, os meus irmãos, a minha avó Maria, o meu afilhado, algumas tias muito amadas, a minha prima-irmã, umas poucas amigas que estão longe...e difícil foi prender aquelas duas ou três lágrimas, que claramente, escaparam. A minha filha olhou para mim e disse, levando o dedo aos meus olhos: "Ábua, ábua!". Aí,  um sorriso chegou a correr. :)

No final daqueles minutos de carinho e de reflexão, senti-me maior e melhor. Engrandeci.

E você? Você...você! Aí mesmo! Que está a ler este post! Já abraçou hoje?! ;)

Beijinhos, e um abraço apertado...



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quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Brinquedos educativos e cheios de charme!

Hoje quero falar de umas coisinhas maravilhosas, que tenho visto nas minhas viagens pelo mundo virtual. Brinquedos, brinquedos e brinquedos! Bonecada com cara de infância...cheia de romantismo e com um conceito fantástico.

Cada vez que encontro uma marca que dedica-se a estas coisinhas, abro um sorriso. Porque é tão mais bonito criar brincadeiras com artigos que trazem carinho e cuidado para a hora da diversão!

O primeiro destes artigos a chamar a minha atenção foi o Jogo da Memória, criado pela Casinha do Botão. É uma delícia! É composto por almofadinhas feitas com tecido 100%  algodão...e é mesmo muito bonito! Já estava louca para encomendar um para a M. , mas a avó J. antecipou-se no presente...hehe

Lindo, não é?!

E quem não gosta do bom e velho jogo do galo??? No Brasil, chama-se jogo da velha, e fez parte de toda a minha infância. A página da marca Baú de Presentes oferece uma opção muito mais criativa deste tradicional joguinho...criada em tecido, e com saquinho para não perder as peças...




Outra marca que faz coisas lindíssimas é a Petite Numi. Há cá dentro uma vontade enorme de encher o quarto da minha M. com as bonecas vintage, feitas à mão e que trazem um guizo dentro...sinceramente, só vejo amor quando olho para aquelas criaturinhas de pano...


Bonecas Vintage

Boneca Noeli

Agora, temos as almofadinhas muito-mais-que-lindas da Trapinho. Digam lá se até a hora do aconchego não pode transformar-se numa linda brincadeira... ;)






E todos vocês já devem conhecer a marca Tuc Tuc...certo?! Pois bem...agora já podemos ter brinquedos cheios de charme, com um ótimo conceito, e que levam esta assinatura. 

É que a Tuc Tuc está a lançar no mercado uma nova gama de brinquedos educativos, comprometida com a criação de produtos que melhorem a qualidade de vida das crianças. 

O leque de propostas inclui puzzles empilháveis, andadores, chocalhos, etc etc etc...são adequados para crianças dos 0 aos 3 anos, e o mais Cool é que são brinquedos feitos em madeira, estampados com tintas à base de água (não tóxicas), para que os miúdos estejam rodeados de materiais naturalíssimos...




E são estas as minhas sugestões para tornar a hora da brincadeira mais prazeroza, mais natural, mais educativa. Escolhi cada uma delas a dedo, porque para além de desenvolver a psicomotricidade, são ótimas opções para estimular a criatividade e a imaginação das crianças. E a razão é simples. São brinquedos que fogem ao óbvio da sonoridade e das luzes. São pensados para proporcionar diversão, oferecendo asas às crianças...e estimulando a sua capacidade afetiva.

E para nós, mamãs, é um miminho para os olhos...que traz consigo o cheiro da nossa criancice... ;)

Espero que gostem, e que experimentem! ;)

Beijinhos


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segunda-feira, 10 de dezembro de 2012

Fim de Semana em Família: Fotos!

Este foi, mais uma vez, um belo final de semana em família! 

Por hábito, os sábados são passados com a avó J., e os domingos com a avó A. ...mas desta vez foi diferente, porque a "bobó" J. estava doentinha, e só ontem estivemos com ela. Então, o sabadão foi para fazer a vontade do papá...e comer uma bela pratada "à brasileira". :)

No restaurante, a M. teve um comportamento exemplar...e foi a primeira vez, desde que era muito bebezinha e ainda ficava quietinha no carrinho, que conseguimos jantar em paz. Mais que isso! Tivemos uma jantarada animada, com muitos risos e dança pelo meio...claro que os livros ajudaram imenso, e por isso mesmo, estão sempre connosco!

Também foi a primeira vez que a M. comeu um pratinho pedido especialmente para ela, ao invés das inúmeras colheradas que costuma "roubar" dos nossos pratos. Hehe. Pedimos para ela,  filetes de pescada com arroz (que ela chama de "peicí" e "ôixxx", lol!), e ela adorou tudo. Também experimentou feijão verde e batata frita. Nem preciso dizer de qual mais gostou, não é?! Nisto, sai ao pai...porque a mamã não é grande fã de frituras, e adooora qualquer tipo de feijão! ;)

Mas o engraçado da noite, foi que a M. esteve quase sempre sem a chupeta...pediu por ela quando já estava a ficar tarde, e o sono batia à porta. Aí, não teve jeito. Mas eu nem importei-me, porque já percebo que a "retirada" começa a dar certo.

No domingo, finalmente foi a vez de jantar com a avó J. e foi a tia L. quem cozinhou para nós. Estávamos cheios de medo da falta de "habilidades culinárias" da "titia", mas confesso que foi uma linda surpresa. Comemos uma saladinha deliciosa, seguida de uma massa com natas e cogumelos, e ainda tivemos direito à sobremesa! :) 
Como sempre, a M. reinou naquela casa. Fazem-lhe todas as vontades, e depois ela fica estragada. Mas enfim...a minha mãe diz para deixá-la ser avó. Hehehe...

A minha princesa fez a estreia do vestido maravilhooooso que trouxemos da Coobie. A sério...na hora de adormecê-la, nem queria trocar-lhe a roupinha! Ela estava tão lindaaa...mas é como se diz por aí...filho nosso fica bonito de qualquer forma, não é?! Então, toca a vestir o pijama da pequena... ;)

O lado mau do final de semana foi que ficamos com os horários completamente alterados. Fomos muito tarde para a cama, e claro, as manhãs ficaram perdidas. Já sei que hoje vamos sofrer um bocado para voltar à ordem, maaaas...tem de ser. E o que tem de ser...tem muita força!!! ;)

Queridos e queridas...agora faço a partilha das fotografias...e peço desculpas desde já, pois algumas foram tiradas com o telemóvel.  Sorry! ;)

Beijinhos nossos!

No sábado...

Santos livros...

"Tata" frita...

Aí, já arragou a chupeta...



Chegando à casa...

...a mamã roubou a chupetaaaa! :)

No Domingo...


Charmosérrima!


Linda com o vestido da Coobie!

A M. cheia das caretas...



A M. veste...

Sábado

Túnica: Laranjinha
Calções, collants e casaco: Zippy
Carneiras: Lanidor
Laço: Metro Kids

Domingo

Vestido: Coobie
Collants: Zara Kids
Sapatos: Dulce, no El Corte Inglés
Laço: Metro Kids


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sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Fotos que marcam...

Sabem aqueles momentos, os mais preciosos, que queremos guardar para sempre? Intocáveis pelo tempo, eternizados numa fotografia? Tenho muitos dentro de mim, de diversas alturas da minha vida. Estão guardados no meu baúzinho de memórias.

O nascimento da M. é o mais valioso deles, e o meu casamento vem logo a seguir. Sou grata por ter imagens que conseguem me transportar de volta aqueles dias...

O dia em que casei com o J. foi o dia mais alegre da minha vida. O dia em que tornei-me mãe, o mais feliz. Sim, alegria e felicidade conseguem ser sentimentos diferentes. 

Há pouco mais de três anos, quando disse o "sim" ao pai da M., tornei-me mulher. Era um domingo absolutamente ensolarado, e tudo estava do jeitinho que imaginei. Casamos num jardim, e nada vai fazer com que eu esqueça a beleza daquele sol, que incendiava aquele verde, transpassando pelo branco das flores e tecidos...
O meu sorriso, daquele de doer as bochechas de tão largo, era interrompido pelas minhas próprias gargalhadas. Sim, estou a falar de alegria...

Quando a M. chegou ao mundo, foi o dia em que a minha vida transformou-se. Não posso traduzir ao certo em palavras, mas consigo dizer que naquele dia, encontrei a felicidade. Completa e verdadeira. A minha existência passou a ter um sentido total, como eu nem imaginava ser possível. A minha alma preencheu-se. O meu coração sorriu. Sim, estou a falar de "ser feliz"...

Naquele dia 9 de Junho, acordei com um chazinho na cama, tomei um banho e preparei-me. Roupa comprada para a ocasião, e um batom cor-de-rosa-lindo. Últimas fotografias com o barrigão, e lágrimas de ansiedade. Foi tudo muito rápido, e quando dei por mim, já estava na sala de cirurgia. Nunca vou conseguir descrever o que senti quando vi a M.! Nunca mesmo...

Nas últimas semanas de gestação, li em qualquer lado que o bebé já ouve tudo, e que é importante criar laços através da voz. Então, escolhi uma canção para cantarolar diariamente, até que ela nascesse. E assim o fiz. Passava a mão na barriga, e cantava. Todos os dias, todos os dias, todos os dias. Aquele era o nosso momento.

Naquela Quinta-feira, quando o pai colocou a pequena nos meus braços, choravam os dois. Imediatamente, sorri, fixei o olhar na minha bebé e comecei a cantar. Este foi o momento mais bonito da minha história. A M. parou de chorar e abriu aqueles olhos enormes para mim, como quem se dava conta de quem eu era...e começava a sentir-se segura. Assim, atravessamos o hospital e fomos para o quarto. E assim, com cantoria, acalmei a minha bebé durante os primeiros meses de vida. Lembro que a parteira tinha um sorriso no rosto, e me chamou "mamã passarinha".  :)

Agora, volto a escrever...Sabem aqueles momentos, os mais preciosos, que queremos guardar para sempre? Intocáveis pelo tempo, eternizados numa fotografia? Tenho muitos dentro de mim...abro agora o meu baúzinho de memórias...para partilhar as minhas imagens com vocês... ;)

Beijinhos





















Fotos do casamento:


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