sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

Dica de livro


Todos já conhecemos a cara do autor. Muito provavelmente, entra nas vossas casas todas as noites. Verdade? Pois cá em casa, entra sim. 

Ao olhar para aquele homem, ao ouvir a sua voz, a sua fala mansa...ao perceber o seu esboço de sorriso, o seu esboço de tristeza, a sua seriedade de jornalista...não podia imaginar que conseguisse ser tão profundo, tão fundo, tão sensível e tão criador. Não porque não tenha cara disto tudo, porque até acho que caras destas são geralmente farsas, mas porque ao reconhecer a sua fiel presença, todos os dias, à hora marcada, sem faltas e sem desculpas, dei como certo que o conhecia...mas era assim, de forma rasa e pobre. Quase distante. Sim, distante. 

Conheci o jornalista, e esqueci do homem, da alma. É o que acontece com as figuras públicas. Mas quando se é escritor, muito pouco se consegue esconder. Porque as palavras levam pedaços de quem as grava. Roubam pequenas partes do tolo que as emprega, oferecendo para serem devoradas pelo mundo. E este mesmo mundo, se torna capaz de conhecer o coração do autor. Então agora, eu penso que conheço melhor este homem. 


Li este livro pela primeira vez, já lá vão uns cinco anos. Lembro de ficar agarrada aquelas páginas, que iam comigo para qualquer canto da casa. Mastiguei tudo. Saboreei. Fiquei chocada. Deslumbrada, encantada. Era fantástico. Cada linha, cada desenvolvimento da história. Mas o que me prendia mesmo, era aquela escrita completamente desconhecida. O Rodrigo Guedes de Carvalho reinventou o "escrever". Criou uma forma única de construir palavras e sentidos. E funciona na perfeição.

Para quem ainda não conhece, fica a dica de um bom (muito bom) livro: Mulher em Branco (Ed. Dom Quixote). Baratucho e pequenino, que é para não se arranjar desculpas. ;)


Beijinhos cá de casa,
e tenham um ótimo fim de semana... ;)


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A nossa tão gostosa memória


Quando ainda estavas cá dentro,
no quentinho da minha barriga...
...e era isto que eu cantava para ti...
...todos os dias, em qualquer momento, em qualquer lugar.

Quando chegaste aos meus braços,
e olhaste para mim...
...com aqueles olhos já tão cheios, tão vivos....
...e foi isto que eu cantei para ti.

Quando não compreendias bem o mundo,
quando tinhas dores,
quando tinhas saudades do quentinho da minha barriga...
...eu te mostrava o calor do meu peito...
...e era isto que eu cantava para ti...
...todos os dias, em qualquer momento, em qualquer lugar.

Hoje, que já dançamos juntas,
é isto que eu canto para ti.
É a nossa música, a nossa história, a nossa tão gostosa memória.





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quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Do tempo da vovó


Não sei se sou a única a pensar assim, provavelmente até sou, mas sempre que vejo algo feito em crochet...acabo por desviar o olhar e me desinteressar. Me faz lembrar o tempo dos avós, e não no bom sentido. 

Não sei explicar bem, mas nunca foi algo que me enchesse as medidas. Na maioria das vezes, acho que é ultrapassado, fora de moda. Exepto os sapatinhos e casaquinhos de bebé, que ficam mesmo bem em tricotados.

Mas esta "implicância" hoje mudou. E como! Estou encantada e completamente apaixonada pelo trabalho da Cutchi. É de um bom gosto sem tamanho! 

As touquinhas são carregadas de tradição, delicadas até que baste. E as golas...ah, que linda novidade para acrescentar ao guarda-roupa da M. :)

Não sei se é pela excelente escolha de cores, se é por serem peças impecavelmente bem construídas...ou se é pelas duas coisas. Mas sei que eu adooorei, ameeei. Virei fã.

Não conheço a cara por trás da Cutchi, e na verdade, só hoje é que pude conhecer a marca. Mas  desde já, agradeço por fazer com que eu pudesse amadurecer os meus gostos...e encontrar coisas lindas, fora da minha zona de conforto. 

Então, espreitem as fotos e babem...para conhecer a Cutchi, é só clicar AQUI.

Beijinhos










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Voltei...!




Ohhhh...meus queridos e queridas! Eu sei que estou em falta aqui no blog, e também na página do Facebook...mas é que a bicharada nos apanhou em cheio. Andamos os 3 doentinhos, e eu estou em pior estado. :p

Comecei a escrever este post ontem à tarde, mas acabei por apagar e desistir...e desde então, o computador tem estado descansadinho e encostado num canto. Não me lembro de me sentir tão afetada por uma virose. Parece que fui atropelada por um comboio. Ontem, estive na cama durante 4h a tentar adormecer...e não conseguia, tamanha era dor que eu sentia em cada ossinho do meu corpo. Se o J. não tivesse estado igualmente mal nos dias anteriores, tenho a certeza de que eu teria ido ao hospital.

Mas, não estou aqui para falar da bicharada...mas sim para contar da nossa ida ao pediatra. Lembram? Foi na Terça-feira, e já vos digo que foi "a" loucura. Neste dia, já eu estava a ficar caidinha, e para além de ter que aguentar a febre e as dores no corpo, ainda tive que ser uma super mãe. Pois é, pois é...a M. foi um terror na visita ao pediatra! Nem imaginam...tenho os pulsos arranhados, agora tentem fazer uma ideia do desespero da criança. Ela dava pontapés e palmadas no senhor doutor, cada vez que ele se aproximava de nós, e até vibrava toda de tanto gritar e chorar. Nunca vi coisa semelhante! O médico lá tentava acalmar a criança, falando baixinho, fazendo miminhos...mas ela não cedeu em nenhum momento! Foi preciso ter muita paciência, algum sangue frio, e claro, força para segurá-la.

A confusão teve início já ao sair do elevador, mesmo antes de entrar na clínica. Mas, uma vez que já estávamos lá dentro, a M. foi se acalmando com os bonecos e jogos...e lá se enganou. Por pouco tempo. Bastou qe a senhora da recepção chamasse pelo seu nome (sim, ela reconheceu), a M. saltou para o meu colo, agarrada como uma macaquinha. Os dedinhos cravados nos meus braços, e o rostinho escondido no meu peito...tão linda.

É claro que eu sofro quando vejo a minha menina assim, mas não vou mentir: Sofro pouco. Nestas questões de médicos, vacinas e etc, sou mais objetiva. Faço o que tenho a fazer, e pronto. Sem tornar a coisa emotiva ou complicada. É uma tarefa, e é para o bem da minha princesa. Certo?! Sou completamente prática nestes assuntos. Quando é comigo também.

Mas o que interessa é que está tudo bem com a minha piolhita. :) Ela continua perto do percentil 75,  em altura e peso. Mas imaginem só: no peso, a minha M. sempre andou no percentil 90! Bem me parecia que ela já se fazia mais esguia...com um corpinho de menininha, e não mais de bebé.

Bom, meninos e meninas...cá está o nosso resumo da semana...e a razão do meu desaparecimento... :p
Agora, deixo umas fotinhas tiradas no pediatra, minutos antes do escândalo que abalou a Boavista. lol.

Beijinhos nossos (e já tinha saudades!)



P.S: Lembram-se da túnica Coobie que a M. recebeu no Natal?
Pois bem...fizemos a estreia! :)
A avó J. e a tia L. BA-BA-RAM!
















A M. Veste:

Túnica: Coobie
Bolero e Collants: Zara Kids
Calções: Zippy
Laço: DOT
Sapatos: Dulce - El Corte Inglés



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segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Já sei que sou a última, mas cá está...



É...eu sei, eu sei...
O Arrumadinho já postou, e também já está no Cocó na Fralda.
Aliás, já está em tudo o que é página do Feicibúqui.

Mas pronto...
Como só hoje pude ver, rir e dançar com o tal vídeo...
E como sou mãe de uma criança apaixonada pelo dito boneco em questão...
E porque adoramos dar umas mexidelas ao som do que há de mais in no mercado da música...
eeerrr...digamos assim...idiota...
E porque sim. Pronto.

Cá está ele, o hit da vez no Youtube.

Beijocas, e toca a mexer! ;)




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E lá vem o Simba...ou não!




Então, é assim:
Estava eu a preparar uma banhoca para a M.,
quando escuto uns passinhos no corredor...e uns "Uuuui...uuuiii".

Sim, este é o som de quando se está a fazer força.
Lá estava ela, a carregar o leão Simba, quase do seu tamanho.

Risotas à parte...
"Anda lá, miúda...é horinha de chapinhar na água!"

Lá chega ela à casa de banho,
tiro-lhe a roupinha, a fraldinha e...
Pimba, para dentro da banheira.

(Choro, muito choro!)

"Ião, ião...dá ião"
"Não, meu amor. O leão não pode tomar banho..."

(Continuamos com o choro, e ela a debater-se ali dentro...)

Toca a apressar a banhoca, limpa tudo, corre-corre-e-corre...
Pronto, já está.
Toalhinha a enrolar...
Seca-seca-e-seca.

Toca a vestir o pijama, e o Simba ao lado, já a fazer a alegria da criança.
Eis que de repente, eu escuto a minha menina a crescer...
"Não, ião. Não. Manho não. Ábua não. Não, ião"

Assim, com o dedinho na cara do bicho, e com um ar de muita seriedade.

Oh pá...esta menina é a minha alegria!


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Para não perder "aquele" jantar...

Pode ser "aquela" jantarada com as amigas que já não vê há uma eternidade....

...ou mesmo o jantar a dois com o maridão, que está sempre a ser adiado porque há febre, porque há cansaço, porque há dentes novos.

Para não perder "aquela" sessão de cinema, que já não se "encaixa" desde que a gravidez já lá ia avançada, e as idas à casa de banho não perdoavam.

Para não perder "aquela" festa, "aquele" concerto...
...para ir às compras...

...ou  simplesmente para estarmos sossegados quando vamos chegar tarde do trabalho, 
e não há tias ou avós disponíveis.

Enfim, para não ter desculpas para não ir a qualquer lado, e não arrancar os cabelos naquela situação de emergência, em que não conseguimos que ninguém fique com os nossos miúdos...
para isto, há uma solução! 

Este grande aliado chama-se Depantufas, está situado no Porto, e é uma lufada de ar fresco para os pais. Estamos a falar de um Open Space pensado para ser inovador. Foi matéria da revista Visão, e é sobre isto que eu vou escrever um bocadinho.

Confesso que nunca me senti à vontade para deixar a minha M. com pessoas desconhecidas. E isto se deve unicamente ao fato de que, estando ela em casa comigo desde que nasceu, criei certas inseguranças...e ela também. Coisas que mais cedo ou mais tarde, vão ter que desaparecer das nossas duas cabecinhas. O projeto do qual estou a falar, foi o que primeiro me pôs a pensar no assunto.

Há uns dias, recebi uma mensagem. Era da Maria Teresa, a dona e criadora do conceito Depantufas. Sem sombra para dúvidas, senti logo que se tratava de alguém apaixonado pelo mundo dos pequeninos, e que tão bem compreendeu as lacunas do mercado, e as necessidades dos pais.

O open space abre quando os infantários fecham, ou seja, a partir das 19h. Por lá, os miúdos se divertem em segurança, e têm mil e um motivos para brincar. Seja pelo puzzle gigante que é o próprio chão, ou pelos videojogos, legos, livros, origamis, tintas...e um sem número de actividades lúdicas e educativas. Tudo para que as nossas crianças façam a festa, e em grande. 

O espaço não tem hora para fechar, mas não foi pensado para que os pequenos passem lá a noite. De qualquer das formas, e caso  adormeçam, há um lugarzinho para os "aconchegar". Ah...e é claro que há sempre disponível um espaço para guardar, aquecer e servir as refeições que levarmos...

Quer conhecer melhor o Depantufas? Aqui e Aqui. ;)

Esta foi a minha dica da vez...experimentem! ;)

Beijinhos, e uma ótima semana!






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