terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

A Troika...

É...vem aí, mais uma triste vez, o pessoal azedo da Troika. Ora bem, certeza eu só tenho uma. Vão sobrar para nós, o povo, os restos avinagrados deste esquema.

E ainda a propósito deste "não-futuro" que se prevê...fica aqui um texto do Al Berto, a encaixar bem...muito bem.

É preciso poder agarrar-se à alguma coisa...vá lá, que seja então à esta ideia utópica e poética. Por mais pseudo-otimista que eu possa parecer neste curto momento, continuo na mesma. Desiludida e meia. 

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Este Não-Futuro que a Gente ViveSerá que nos resta muito depois disto tudo, destes dias assim, deste não-futuro que a gente vive? (...) Bom, tudo seria mais fácil se eu tivesse um curso, um motorista a conduzir o meu carro, e usasse gravatas sempre. Às vezes uso, mas é diferente usar uma gravata no pescoço e usá-la na cabeça. Tudo aconteceu a partir do momento em que eu perdi a noção dos valores. Todos os valores se me gastaram, mesmo à minha frente. O dinheiro gasta-se, o corpo gasta-se. A memória. (...) Não me atrai ser banqueiro, ter dinheiro. Há pessoas diferentes. Atrai-me o outro lado da vida, o outro lado do mar, alguma coisa perfeita, um dia que tenha uma manhã com muito orvalho, restos de geada… De resto, não tenho grandes projectos. Acho que o planeta está perdido e que, provavelmente, a hipótese de António José Saraiva está certa: é melhor que isto se estrague mais um bocadinho, para ver se as pessoas têm mais tempo para olhar para os outros. 

Al Berto, in "Entrevista à revista Ler (1989)"

quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013

O nosso dia 14

Vocês, aí desse lado, costumam comemorar o dia de S. Valentim? Quando digo "comemorar", não falo exatamente de sair de casa...

Nós, por cá, comemoramos sim...mas de uma forma muito reservada, em família. Os três. É um dia diferente dos outros, com certeza, mas não é uma data que nos faça agir de forma muito distinta. Apenas alguns detalhes surgem para complementar. 

Hoje, acordei com flores, bombons do Brasil e uma garrafa de Champagne especial para a noite. Para completar, fiz uma comidinha boa, com queijos para as entradas. Tudo muito improvisado, mas com a única intenção de fugir ao óbvio da rotina. A nossa M, claro está, fez parte da comemoração. Comeu junto, dançou e se deslumbrou com o DVD do Caetano com a Maria Gadú, e fez a alegria do momento. É impossível não sorrir quando ela está ao lado. 

Para nós, não é um dia muito diferente dos outros, mesmo. Fato que se deve à razão de não precisarmos de motivos para querermos ser carinhosos e relembrarmos o que temos juntos. Este é um trabalho diário, e aos trancos e barrancos, vamos fazendo a nossa parte. Sermos pais também torna a questão um bocado invulgar. Os planos acabam por ser feitos em função do que é melhor para a cria. Hoje, íamos comer fora, mas optamos por ficar pelo conforto do lar. Primeiro, o J ia chegar tarde à casa, e depois, não nos apetecia nada enfrentar a loucura dos restaurantes num dia como estes. Para juntar mais uma razão, a M está constipadinha.

A noite foi uma delícia. Comemos que nos fartamos, lol, e a M estava junto para partilhar o momento. Enfim, estive na melhor das companhias. E vocês? O que fizeram de diferente por S. Valentim??? ;)

Beijinhos dos 3!













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quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

Um apelo diferente...


Há coisas que nos fazem pensar no sentido deste mundo, tão humano, injusto, desigual. São centenas os motivos que puxam pela nossa sensibilidade, todos os dias, em diferentes contextos. Hoje, um em particular, me deixou chateada. Quando li, só me saíram umas palavras feias, e um rápido abaixar e abanar de cabeça. Como se assim, pudesse sacudir o lado miserável da sociedade torta em que nos deixamos viver.

Vocês podem até estranhar a razão que me traz aqui, e pensar que é pequena e não digna de tanta conversa e espanto meu. Ora bem, é justamente a frivolidade do pedido que me faz pensar, remoer.

A personagem desta história é a Sílvia, tem sete anos e uma vontade muito, muito, muito simples. Ter o cabelo cortado por um profissional, pela primeira vez na vida. Entendem agora o porquê de eu estar assim-assim...revoltadinha e meia?



Como pode, minha gente, no florescer da sua infância, esta menina ter o desejo, maior deles e não realizado, de ir cortar o cabelo a um(a) profissional? Como pode? Mas isto não deveria ser a mais comum das tarefas a cumprir por nós? Como ter um cortador de unhas, ou pensos higiénicos para aqueles dias?

Não estamos a falar de uma doença grave, sobre a qual não há culpados e responsáveis...não estamos a falar de encontrar a cura, doar um orgão, ou um milhão para a África. Estamos a falar de CORTAR O CABELO. Simples assim.

Esta é uma daquelas situações-apelos que estão no Facebook e nos deixam chateados, remexidos, desfeitos. Cortar o cabelo? Nunca o ter feito fora de casa, e sem que tivesse a autoria da mãe, com a sua tesoura de cozinha? O apelo pedia ainda, que fosse num salão em Vila Nova de Gaia, para que a menina não tivesse de apanhar transportes. Ora bem, imagino eu, que seja por razões financeiras.

Mas em que raio de mundo nós vivemos, que permite que o sonho de uma criança seja este? Que não dá à Sílvia a oportunidade de sonhar mais, mais alto e mais colorido. De sonhar um sonho de criança.

Felizmente e prontamente, um bom coração respondeu a este pedido.

De qualquer das formas, e mesmo em meio à beleza de quem partilhou a história, e de quem resolveu também dela fazer parte...não deixo de pensar que este lugar que habitamos é estranho, cruel. Consegue mesmo ser muito mau para alguns.

O apelo está publicado AQUI, e se você ainda não conhece à página...vale a pena ir fazer o like. ;)

Desculpem lá o desabafo em tom de revolta...

Beijinhos cá de casa


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Desafio do gostar 2


Ontem, fui desafiada também pela Mafuca, querida e linda, naquela historinha que anda a correr os blogs todos...o desafio do gostar! Já o tinha feito, ontem mesmo, mas fiquei super contente por se terem lembrado mais uma vez de me lançar no jogo. Primeiro, porque a Mafuca é alguém que admiro e visito todos os dias, dentro deste universo eletrónico. Segundo, porque há tanta coisa que eu queria ter colocado na primeira rodada, e que não teve espaço... :)

Por isso, cá vai a segunda ronda!!! E assim, também ficam a conhecer melhor o mundo Little M! :D

Beijinhos cá de casa!

10 - Coisas que eu gosto:


  1. A gargalhada da minha M. Não há nada mais gostoso!!!
  2. Quando ela vem tentar morder o meu nariz...e é uma festa de gritinhos!
  3. Compras para ela! Adoooro!
  4. O meu Blog!!! :D
  5. Música, música e música!
  6. A leveza dos amigos que escolhi para a vida...
  7. O pôr do sol na Ribeira do Porto. É das vistas mais bonitas do mundo.
  8. Férias na praia
  9. A Disney dos Estados Unidos. Ainda piso lá outra vez...
  10. Ter boas lembranças


10 - Coisas que eu não gosto:


  1. Sair para jantar fora e não gostar da comida
  2. Tripas (Nunca comi, mas não gosto da ideia)
  3. Quando a minha M está doentinha
  4. Discutir com o marido, com os meus pais, irmãos...isto acaba comigo.
  5. Sair para as poucas noites que faço, com má companhia, desanimada e ensonada.
  6. Cachaça. Odeio!
  7. Perder um concerto que gosto
  8. Sentir raiva, ou pena
  9. Acordar cedo
  10. Dietas


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terça-feira, 12 de fevereiro de 2013

Teimosia!

Vocês, que acompanham o blog, já sabem que a minha M está naquela fase do "não". Nega tudo! Sim, eu já percebi que ela sabe empregar a palavra quando realmente não quer algo. Mas também já dei conta de que, por vezes, ela entra no "embalo" do "não, não" por tudo, para tudo, e sem nem ouvir o que eu tenho para dizer.

Claro que eu sei que esta é uma fase absolutamente normal. Eu cheguei  à rápida conclusão de que se trata apenas de um momento de crescimento. Ela agora já percebe que pode tomar decisões, que existem opções, que tem vontades e desejos, e que ela própria já consegue ter um papel importante dentro da sua rotina. E para isso, está a exercitar o seu poder. Como conhece o "não", faz uso dele a torto e à direita. 

Estamos agora a treinar o "aceitar". Por exemplo: antes a M só dizia não a tudo, independente do que ouvia, e muitas vezes nem queria negar, mas estava a dar treino às decisões. Agora, ela já abre um sorriso quando uma das opções que lhe dou, agrada. 

Estou a agir diante desta fase, muito por instinto. Mas hoje resolvi ler sobre o assunto, e confesso, fiquei feliz por estar no bom caminho. Mas percebo absolutamente os pais que possam não compreender bem este momento, e trocar os pés pelas mãos na hora de lidar com o "não". E este post existe por isto mesmo. Para elucidar algumas questões, e fazer com que os pais entendam que este fascínio do negar, chega tão de repente como se vai embora, e que pode ser extremamente fácil "tratar" dele.

Vou mostrar aqui, quatro passos a seguir pelos pais. Muito simples, e certeiros.

1 - Ofereça opções:

Chega a noite, e com ela vem a hora de vestir o pijama. Muitas das vezes, a resposta inevitável será o "não". Oferecer opções é uma ótima forma de evitar chatices para os dois lados. Dar duas opções à criança é o suficiente para que ela se sinta integrada nas decisões.

"Queres fazer um jogo com o João, ou queres brincar sozinho?
Queres vestir o pijama branco, ou o amarelo?
Queres arrumar os legos, ou queres guardar os lápis?
Queres ver os Caricas, ou desenhar?
Queres levar a boneca para o banho, ou preferes o baldinho da praia?"

Esta técnica pode ser usada para tudo, evitando grandes aborrecimentos. Use e abuse da estratégia, desde o escolher o que vestir, até ao momento de resolver possíveis briguinhas. 
É importante lembrar que nós, pais, sabemos mais do que os nossos pequenos, e que tudo pode ser transformado em "opções".

2 - Ensine outras respostas:

Como é o caso da minha M, muitas das vezes as crianças insistem no "não" por desconhecerem outras palavras. Sendo assim, é válido ajudar a fortalecer o vocabulário do filhote. E podemos fazer isto através de brincadeiras. 
"Qual é o contrário de não?
O que vem entre o não, e o sim (talvez, pode ser, mais ou menos)?
Qual é o jeito mais simpático de dizer não (não, obrigado)?"

Também podemos criar jogos engraçados, para tornar a arte do negar menos automática...

"O que o cão diz se perguntarmos -queres um osso grandão?"

Quando o seu filho chegar ao "siiim", você pode tentar a pergunta verdadeira, que se quer fazer...

"Hum...o cão quer o osso grande! E tu, queres a sopa e a fruta? Huuum...que booom..."

3 - Use o "não" com moderação:

Em muitos casos, a criança pode estar com alguma fixação pelo "não" por ouvir a palavra diversas vezes. Cabe portanto ao adulto, moderar no uso dela, tornando a situação menos vulgar. É importante tornar o "não" menos frequente, tentando economizar no seu uso. Para tal, podemos usar palavras alternativas, claro que, sempre que possível. Uma forma de o fazer é usar frases específicas para a situação.
"Nunca se bate do gatinho...
Vamos falar mais baixo, por favor...
Tira a mão daí...
Vamos brincar sentadinhos aqui...
Vamos comer iogurte do bebé?"

4 - Seja firme quando necessário:

Por mais "esquematizados" que possamos estar, e preparados para seguir estes passos...vai haver momentos em que, por mais que nos esforcemos, será inevitável combater o "não" com uma ordem. Afinal, é preciso estabelecer limites em diversas situações, como as que envolvem a segurança da criança, por exemplo. Mas não só. O limite é fulcral por diversas razões, pois é importante que o pequeno ou a pequena, entenda que mesmo sabendo ter vontade própria, não podemos exercê-la sempre e em todo lugar, pois isso, entre outras coisas, pode gerar muita confusão.
Assim, não há nenhum problema que o seu filho ou filha perceba que há momentos em que ele não pode fazer escolhas. No caso de ele não entender, vale explicar a hierarquia da questão:

"Porque eu sou a mamã, e o meu trabalho é cuidar de ti. Ponto final."



E é isto, queridos pais. Eu, por cá, vou continuar no treino do sim e do talvez...combatendo o não desenfreado com todas as armas. Espero que estas sugestões possam também ajudar alguém aí deste lado... ;)

E lembrem-se...a educação começa desde pequeninos, em casa, e a responsabilidade maior é dos pais. Formar crianças que entendem limites, e aceitam situações, é criar a possibilidade de um futuro feliz...para elas, principalmente, mas também para nós e para o mundo. ;)

Beijinhos cá de casa!






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segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013

Desafio do Gostar...


Fui desafiada pela M, a querida do blog Tia Cocas...achei piada, porque teria pensado exatamente nela para "desafiar". ;)
Bom...como adoooro conhecer um pouquinho mais desta gente da blogosfera, e também não sou miúda de negar jogo... lá vou eu! ;)

10 Coisas que Eu Gosto:

  1. "Assistir" às brincadeiras da minha filha
  2. Quando a M vem dormir na minha cama
  3. Sushi, a minha comida de eleição
  4. Vinho (Branco, fresquinho...)
  5. Primavera
  6. Programas com a família, ou com os amigos queridos
  7. Jantar fora (Adorooo!)
  8. Usar roupa nova - vestir roupa nova na M
  9. Uma tarde solarenga, de passeio e preguiça
  10. Tomar banho e adormecer no escurinho, depois de um dia de praia 

10 Coisas que Eu Não Gosto:

  1. Gente invejosa
  2. Fofocas, intrigas, e a desocupação intelectual em geral
  3. O "vício" do meu marido por futebol e sites de apostas
  4. Sentir saudade
  5. Tempestades, raios e trovões
  6. Ter medo
  7. Estar triste ao ponto de chorar
  8. Arrogância
  9. Cobrança (deteeesto que insistam comigo para qualquer coisa. Não funciona mesmo.)
  10. Coca-cola sem gás (É de cuspir para longe!)

E agora, quero passar o desafio adiante...vou arriscar enviar às caras que estão por trás do 4D, do Seasons in The Air, do The Glitter Side, e ainda do CV Love. Que tal, meninas? Aceitam? Andem lá...queremos saber mais um bocadinho de vocês... ;)


Beijinhos, queridos e queridas!

domingo, 10 de fevereiro de 2013

É Carnaval!

Huuum...hoje parece um pouco arriscado dizer que é Carnaval. O frio está para ficar uns dias, e São Pedro não quis colaborar. Para completar, o papito tem jogos todo o dia...e o resultado vai ser um domingão em casinha. Mas tudo bem, o importante é não desanimar. O avô brasuca quer ver a menina vestida de princesa, e aposto que ela também assim quer estar. Por isso mesmo, o disfarce vai entrar em cena, e vamos fazer a festa em duplinha. Ou em trio, se o avô entrar via Skype. ;)

Ontem foi um dia e pêras. O marido, a apitar onde Judas perdeu as botas, e nós as duas soltas no mundo...na maior canseira. Então foi assim: como o senhor J resolveu esquecer de me deixar o comando para abrir a garagem, e já estávamos prontinhas para a rua, o jeito foi improvisar um passeio por perto...e ir a pé. Subimos para buscar o carrinho de passeio, que a M já não gosta nada...mas tinha de ser, que remédio? O parque mais próximo ainda fica a uns bons 30 minutos de caminhada. 
Mal se abrem as portas do elevador, e a criança percebe que voltou para cima, joga-se no chão no maior dos choros. Tadinha, já antes de sair, andava atrás de mim pela casa, a entoar "Pissiá, pissíá..."- Sim, ela queria dizer "passear"...hehe.

Bom, com as nossas carinhas já fora de casa, seguimos pelas ruas, em busca dos meninos mascarados. Estava um sol lindo, e era mesmo uma tarde para sair da toca. Confesso que fiquei exausta pelo caminho, mas...vida de mãe é mesmo assim: a empurrar um carrinho com quase 13kg lá dentro, seguindo pelas subidas desta cidade...carregada com o casaco de inverno mais quentinho, e mais pesado. Mal sabia eu o que me esperava. :p

Chegamos ao destino, e a criança já dava gritinhos de alegria. Pudera! Relvado, flores, animais e miudagem. Coisa de sonho, não? Ao menos para ela. Porque para mim, continuava a aventura de segurar a menina num dos braços, e empurrar o carrinho naquele piso maravilhoooso. Mas ainda ia piorar... 

Escolhi um lugar para deixar as nossas coisas, coloquei a menina no chão...e apanhei na mala uma fatia de pão que levava para dar aos patos. "Ui! Esquece, esquece!", foi o que pensei às pressas enquanto corri para agarrar na M, que estava LITERALMENTE  a querer abraçar o cisne. Jesus, amado...que menina desbravada eu tenho em casa! Foi uma luta, mas lá consegui tirar tudo dali, e partir para um novo destino. Desta vez, junto às mesas e bancos, e tudo mais que nos pudesse dar conforto. Doce ilusão a minha, de achar que a minha Branca de Neve ainda fica onde eu mandar, e que não sabe exatamente o que quer. Ela sabe, e sabe bem. Então, vamos lá correr, meter a mão na terra (e chorar, vezes seguidas, a pedir que eu limpasse), agarrar nas folhas, rir para os patinhos à solta...e continuar a treinar o "não", desta vez com os outros miúdos. 
"Tuta", dizia o menino para a M. "Tuta a bóa". E ela agarrada à bola do miúdo, com o dedinho para o ar, de sobrancelhas franzidas..."Não, não". Oh pá...está demais esta história de negar tudo. É uma risota... :)

Quando viu o pavão, foi um momento tenso. Saiu a correr, às gargalhadas, e eu atrás. O bicho ali, parado a olhar para ela, como quem quer fazer qualquer coisa. E é aí que mora o perigo. Ela, a uns três palmos de distância dele, a imitar uma galinha, de asinhas a bater e um cocoricó que só visto. Na altura, nem consegui rir como agora, só queria tirar a criança dali...

Gostoso mesmo, foi quando quis morder a bolacha, e meteu na boca uma folha seca que estava na outra mão...enfim...

Dentro desta nossa aventura, ainda consegui fazer umas fotos...querem ver? Digam lá se não é Branca de Neve mais linda de sempre????? :))))))

Um beijinho muito grande, e tenham um Domingo super! ;)

"Huuum...terra é bom..."










Dedinho de "não, não"...


"óiaaaa!"







A M Veste:

Fantasia: Disney Store.


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