segunda-feira, 22 de julho de 2013

Look da M: Domingo no Parque

Domingo cheio de cor e amor.
Para mandar a conjuntivite embora.
Beijinhos cá de casa!












Adoro os meus novos sapatos!
Caviar Silver, na Massimo Dutti







A M Veste:

Jardineiras: Pedro&Matilde
T-shirt: Milhinho
Laço XL: Angel C
Merceditas: Tino Gonzáles

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Birras: quem aguenta?

Já ouviram falar da "adolescência da infância"? Trata-se daquela altura em que a criança começa a ter noção do "eu", a perceber que é um indivíduo, e que portanto, tem vontades e desejos, e pode ter o poder de decidir por si. Ela começa a lutar pelo seu espaço, gritando, batendo nos outros e armando fenomenais birras. Pode acontecer, mas não é uma regra, entre os 18 meses e os 3 anos.

Eu nunca tinha escutado falar nisto, mas tendo em vista que tenho uma miúda com 2 anos, e que os comportamentos começaram a fugir ao habitual, andei a pesquisar. Sim, sou destas que vão à procura de tudo e mais alguma coisa, e que querem entender ao pormenor cada fase dos miúdos. Sou assim com tudo, não tivesse eu estudado jornalismo... :p

Os 2 aninhos são difíceis, e ninguém, de todo, me avisou. Não estava preparada, e nem sequer entendi bem o que se estava a passar...até que determinados comportamentos passaram a fazer parte do dia à dia...e fui ler, ler, ler...

Pois bem. Eu não estava louca, e a minha miúda não está a passar por nada anormal. Vou explicar do início, para que entendam do que falo, e ao mesmo tempo, vou dar dicas de como os pais devem agir nesta altura.

Há dias, a Matilde começou a chorar por tudo e por mais alguma coisa.  Quando não pode fazer algo, chora. Quando não quer algo, chora. Quando o pai vai trabalhar e ela quer ir à rua também, chora. Quando tomo banho, e ela também quer tomar (embora já tenha tomado 2 ou 3), chora. Mas se a meto no chuveiro comigo, chora, porque afinal queria estar lá fora. 

Quando estou a comer e ela quer (sempre) que eu faça outra coisa qualquer, chora. Quando entra no carro, chora. Quando, sai, chora. Quando volta a entrar, chora. Quando é interrompida em qualquer actividade, chora. Quando vai embora de qualquer lugar, chora. Quando vai para a cama, chora (apesar de estar morta de sono e adormecer passados 10 minutos). 

Estou convencida de algo que eu já sabia desde os seus primeiros meses: eu nasci para ser mãe. Entendo cada uma das suas birras, e respeito. Não perco a paciência, não grito, não falo mal. Dou colo quando acho que devo dar (ou quando realmente preciso de alguma paz). Tento distrair quando está mesmo irritada, e me baixo ao seu nível para explicar o que está mal, ou ensinar como algo deve ser.

Não sou santa. Muitas vezes fico enlouquecida, claro. Mas é, puramente, uma questão de auto controlo. Respiro fundo, e por instinto, só quero tratá-la bem. Nunca perco a cabeça e a trato de forma agressiva! Explico, falo com calma...e por vezes, ignoro. Acho que muitas vezes, ignorar é o essencial. É preciso fazer de conta que não se ouve nada. Sem público, não há espectáculo. Certo?! O meu marido não consegue. Está pouco em casa, e por isso, é difícil lidar com tantas birras, principalmente quando são nas horas de refeição e sono.

Ele diz que já não pode ouvir a menina sempre a chorar e gritar. E é mesmo. Ele tem razão. É enlouquecedor. Bem...é para isso que existem as mães...certo? com a sua capacidade ímpar de compreender e aconchegar...e de ralhar da forma certa. Nem mais, e nem menos. São coisas que só as mulheres são capazes, e eu tenho a certeza disto. Que me desculpem os homens leitores deste blog...

E não levem a mal. O João é um pai exemplo. Um querido, cuidadoso, e que proporciona as mais deliciosas brincadeiras. Com ele, a diversão está garantida. Mas quando o sapato aperta, é aqui a mamã que tem melhor jeitinho para a coisa. Com vocês acontece o mesmo?

Por isto tudo que escrevi, vou partilhar com vocês o que é a chamada "adolescência da infância", e as sugestões de como ultrapassar esta fase sem grandes dramas. É uma situação comum, e talvez este post possa ajudar alguém na mesma situação. ;)




1. O que é a chamada “adolescência do bebê”?

A adolescência do bebê, primeira adolescência ou os “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, como citado na literatura, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.

2. Esse comportamento é comum em qual idade?

Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.

3. Existe alguma causa?

A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais. No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”. Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero isso!” Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação. É uma fase difícil para os pais e também para as crianças. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais – por mais que isso não pareça possível.

4. Existe alguma maneira de evitar que o bebê passe por isso?

Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.

5. Todas as crianças passam por isso?

Não é uma regra. Algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras.

6. Como agir quando a criança se joga no chão e grita em um lugar público, como o supermercado e o shopping?

Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que ele aja, o que ele poderá pegar para si etc. Se forem a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vão, como espera que a criança se comporte e as consequências para o seu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-o de que só vai conversar depois que ele se acalmar. Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento. Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar. É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação. Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também. Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.

7. O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?

Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas – isso é natural do ser humano. Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis. Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles. A criança não nasce sabendo a lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir.

Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.

8. E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”?

Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”. O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais.

Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.
FONTE: http://bebe.abril.com.br/materia/a-terrivel-crise-dos-2-anos

terça-feira, 16 de julho de 2013

Caiu e eu quase morri!


Hoje à noite, levei com um susto daqueles enormes.
A Matilde caiu, e foi mesmo feio.
Vi tudo de onde estava, mas nunca poderia ter impedido.
Esta deve ser a maior frustração materna: não prever e não controlar aquilo que magoa as crias.

Naquele segundo, senti que vivi um minuto inteiro.

Felizmente, a miudagem parece feita de borracha, e aquilo não passou de um susto. 
Valente, é verdade.
Daqueles que nos fazem ouvir o coração a bater.

No final, ainda agarrada à miúda e a espreitar cada pedacinho daquele mini corpo...
fiquei estupefata e pensei com os meus botões...
"Os miúdos são mesmo uns resistentes, e a natureza é mesmo sábia"
...
É como o meu marido diz:
"Eles são de elástico"
:p

Boa noite, gente gira! ;)

Compras do Mercado dos Santos


E cá estão as nossas comprinhas do último Domingo.
Trouxemos coisas tão giras do Mercado dos Santos.
Verdade seja dita, queria ter comprado tantas e tantas outras coisas...
mas não há carteira que resista...
e não há marido tão compreensivo...
Lol!


Banquinha solidária:
Esta foi a doação da querida Angel C,
pela qual fiquei apaixonada e não resisti...já está a "embelezar" o quarto da Matilde. :)

Adoro pulseiras! Estas foram compradas na Sweet and Glamorous Girls,
uma marca novinha e fresquinha.


Já estava à espera do Mercado para comprar a cestinha Lovely.
Esta foi comprada na banquinha solidária, assim como a pulseira Terços da Lupinha.
O fato de banho é um arraso de tão giro, e comprei na Bastidor Colorido.

Adoro a Carrossel! Adoro todo o conceito...e acho que tudo é lindo de viver.
Esta peça deliciosa foi a doação da marca para a banca solidária,
e desde que recebi em casa, decidi que seria minha.
Tive sorte, porque ela estava mesmo à minha espera... :)


Já improvisamos colchão e lençol. :)
O problema é que a Matilde queria lá entrar...lol

As delícias da Pedro&Matilde

A Cutchi bem disse que o verde menta é a cor da minha menina... :)
Pedro&Matilde

Adorei os calções mal lhe bati com os olhos!
Pedro&Matilde

Adoro as cores das jardineiras!
Pedro&Matilde

Pink e Orange: Improvável e delicioso.
Este vestido foi especialmente pensado para o Mercado dos Santos.
Vai ficar o máximo com o nosso laço laranja da Love M!
Pedro&Matilde

Ou eu sou burra, ou são os outros


Há duas coisas que eu nunca vou entender na blogosfera e no mundo das marcas:

- Não entendo os blogs e páginas que não aderem a nenhuma causa social.
Que não partilham o que de essencial há.
Que não divulgam Rodrigos, Filipes, Renatos, Nandos, Marias e Leonores.
É muito giro falar de nós, mostrar um pouquinho da nossa vida, e divulgar marcas.
É giro, é bonito e tal.
Mas é preciso haver uma balança.
É preciso ter a compreensão de que estes são meios que formam opinião,
que atingem um grande público.
É uma ferramenta poderosa, se utilizada da melhor forma.
O mundo é um bocadinho mais do que os nossos jardins.

- Não entendo a crise que há com as cópias.
Falam em cópia disto, cópia daquilo.
Anda a correr burburinho por todos os lados.
Por amor de Deus...já tudo foi inventado!
Se algo servir de inspiração, por favor...sintam-se lisonjeados.
Este é um dos principais indicadores do sucesso de alguém.
Então, festejem! Sigam em frente!
A moda é assim, e quem entra neste meio tem de saber lidar com isto e acalmar os ânimos.
Não utilizem o espaço virtual para denegrir a imagem de ninguém.
É  pouco elegante.


Pronto, falei.
Desabafei.
Estou mais leve.

;)


Mercado dos Santos!


No Domingo, finalmente, vivemos o Mercado dos Santos! Um dia bem passado, perfeito para reencontrar caras queridas e para conhecer gente gira e muito boa onda! 

Dei boas, muito boas, risadas com a minha querida Cutchi! Aquela rapariga tem imensa graça, e é daquelas companhias que apetece sempre mais...Cutchi, eu quero maaaaiiiis! ;)

Conheci, e já estava a faltar, uma das seguidoras da página, a SR. Uma queriiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiidaaaaaa! Boa energia, alto astral absoluto! Estivemos ali, super à vontade, como se não fosse um primeiro encontro. A SR é deliciosa, e o baby B, diabrete como a Matilde, é lindo de viver! Reencontrei a D, que levou consigo a sua linda menina...toda giraça a desfilar pelo mercado. Já falei dela aqui, e volto a dizer: o que este blog me traz de mais precioso, é poder conhecer gente assim. D, vamos lá combinar uma saída de miúdas! E quem mais quiser, que se acuse! (isto é para a Cutchi não sentir-se tão sozinha entre dodots...lol!) ;)

Reencontrei a C, da Pedro&Matilde, que conheço há pouquíssimo tempo, mas que já me parece uma amiga! Ela é só sorrisos! Aliás, a marca é muito assim...alegre, cheia de cor e vida...muito pink e muitas cores doces! Trouxe algumas coisinhas para as quais não consegui fechar os olhos...já vos mostro tudo, num próximo post (ou este nunca mais acaba!lol!). ;)

Conheci a L, do Bastidor Colorido, que é uma simpatia! Estava com uma nova colecção de babar. Verdes, branco e muuuito azul bebé. Jardineiras, vestidos, calções...tanta coisa! Trouxe o fato de banho para a Matilde, porque não resisti...

Conheci, finalmente, a cara por trás da Coelhinho Pompom...e digo-vos...já imaginava que era uma simpatia, pelas mensagens que trocamos...mas aquela mulher é do mais doce que há! Assim...doce-doce-doce! Já era fã, agora sou a dobrar. Ansiosa por umas fotos giras com o nosso kit!

Dei um abraço à minha querida Kitschnet, acabadinha de chegar do Algarve, com aquele ar de quem veio de férias...huuuuuum! :) É sempre gostosérrimo encontrar aquela miúda...mesmo que seja por uns minutinhos!

Conheci, mas já sentia que conhecia, a MT, do DePantufas. Para quem não conhece, vale a pena espreitar a página. É um serviço de babysitting inovador. A MT é daquelas pessoas a quem nos apetece pedir colo. Tem uma voz aveludada, segura. E tão educada! Por isso, podem deixar os vossos anjinhos-diabretes no DePantufas de olhos fechados!

E a DesenhaM? Que linda! Linda, linda, linda! Aquele tipo de pessoa que vê sempre o lado bonito das coisas...que vê os detalhes...uma artista! O trabalho é lindíssimo, e com certeza vou querer pôr um cá em casa. Espreitem a página e vão adorar!

E as delícias para as mamãs? Não vi todas, é verdade...faltou tempo. :( Mas pude conhecer as carinhas que assinam a By.JEhandmade (a simpatia em pessoa!), a Trendy Bazaar (a alegria em pessoa!) e a Sweet and Glamorous, que é uma linda e que está a começar um projecto com muitas delícias.

Conheci a Mary Poppins, toda elegante depois de ser mãe (Ai, que me dera!), que andou todo o dia a festejar com a miudagem, e só tive imensa pena de não conseguir levar a Matilde para umas pinturas faciais todas giras... :(

Conheci, já no finalzinho, a querida e mega simpática cara que está por trás da Rags4Company. Outra surpresa que adoçou o meu dia! Pena já não haver tempo para tricotarmos mais um bocadinho...numa próxima, de certeza!

Queria realmente, ter tido mais tempo para conhecer todas as pessoas que estiveram lá...para cumprimentar, espreitar os trabalhos. Adoro este movimento que há em Portugal. De pequenos negócios que vão surgindo e crescendo...gente que se apoia mutuamente, que se respeita. Gente que veste a camisola de um sonho em comum, que luta por ele, que dá a cara e o suor.

Nunca poderia deixar de falar da Marisa Barroca, que é um dos maiores corações que já vi! Foi um reencontro alegre, e sinto-me cada vez mais sortuda por a ter no meu caminho. Se o mundo contasse com mais gente assim, de certeza viveríamos melhor e mais felizes.

Tive o prazer de conhecer a família Barroca toda: mãe, pai e irmã. Gente a sério. Comprometida, doadora. Gente que se mexe para transformar, e que torna Portugal ainda mais bonito.

E Claro, conheci a P e a M, outras duas organizadoras deste dia...outros tesouros com quem podemos contar.

À todas elas, o meu muito-muito-muito obrigada! Obrigada por me apresentarem o projecto, por me convidarem para viver um pedacinho dele...obrigada por fazerem com que eu me sinta mais feliz. Porque é mais feliz quem abre os olhos e as janelas. Quem ajuda, quem abraça. OBRIGADA, MENINAS!

Obrigada ainda à todas as pessoas que se juntaram a nós, fisicamente ou não. Às marcas lindas que doaram peças, comidas, bebidas, serviços...

A banquinha solidária estava linda e cheia de maravilhas! E como Portugal é um lugar de gente muuuuuito gira, tivemos imeeensas doações! Tudo aquilo que não foi vendido, vai ser posto na página do evento. Vamos fazer um leilão solidário, sim? Para que quem não pôde aparecer, ou quem está longe, possa espreitar e comprar peças lindas, a preços amigos...e acima de tudo, ajudar! Porque não se pode esquecer: mais do que ter sido um dia bem passado, é um projecto com um objectivo bastante claro e definido...um objectivo ainda em construção e que não para nunca: contribuir para aliviar a dor de quem mais precisa. E nós sabemos que essa dor existe, e que uma rede de apoio é essencial.

Por isso, vamos continuar a abraçar mais Rodrigos, Filipes, Renatos, Nandos e Marias...e espero que vocês estejam sempre ao nosso lado!

Não encontrei a querida Maisena, minha companheira de organização da banquinha solidária. Já todos vocês sabem que ela é linda e que tem um coração enorme...por isso, também ela não faltou à chamada do Mercado. Numa próxima, um beijinho e dois dedos de conversa...sim, F? ;)

Obrigada a todos os que por lá passaram, aos que nos vieram cumprimentar, aos que fizeram questão de doar sangue...OBRIGADA, DO FUNDO DO CORAÇÃO!

Até breve! ;)



*E Só mais um lembrete: Quem já fez a doação de sangue para verificar a compatibilidade de medula óssea, não se pode esquecer que ainda não fez o trabalho todo. Grande parte das pessoas que precisam do transplante, e ainda não encontraram um doador compatível, sobrevive através de tratamentos que recorrem à transfusão de sangue. Por isso, tão importante quanto estar disponível para o transplante de medula, é doar sangue. Sempre que possível! Boa?! ;)


O Mercado dos Santos em Imagens:

Uma das vistas...

Banquinha solidária! Tantas doações!
OBRIGADA!

Bastidor Colorido e Little M!

Secção de senhora

Gente solidária!

A querida Marisa Barroca, com o Renato e o Filipe!

Pedro&Matilde...tanta cor!
Ilustrações maravilhosas: DesenhaM

Trendy Bazaar e Little M!

As duas S's deliciosas!
Conhecendo a C, da Sweet and Glamorous

Delícias no feminino: Sweet and Glamorous Girls



Com o chapéu Trendy Bazaar. Foi difícil tirar da cabeça...





A M Veste:

Vestido Water: Tu Chique
Laço XL: Angel C
Colar Baby: Coração Cheio
Lonas: Tino González

quinta-feira, 11 de julho de 2013

Sol e Mar...


Como muitos sabem, fugimos de casa nos últimos dias.
Fizemos as malas e corremos para o carro, rumo à casa de praia dos meus sogros.
E que bem que soube...

Onde moramos, as noites estavam de 30 graus, e os dias beiravam os 40.
Não havia condições para estarmos em casa com a Matilde, que estava mesmo-mesmo aborrecida.

Voltamos ontem, renovados e contentes por sentir um ambiente mais fresco.

O saldo dos dias que passamos fora foi tão positivo:
A minha menina está muito mais solta, não estranha ninguém, quer brincar com tudo e com todos.
Virou menina de praia.
Adora a areia e adora o mar.
É tola por um escorrega.
Já tem uma corzita gira.

Ahhhhhhhhh...!
E a Matilde está oficialmente "desfraldada"!
Sair de casa foi um santo remédio,
principalmente porque descobriu o pote do primo...
e já não quer outra coisa!
Até tivemos de o trazer connosco para casa.
Vai ser difícil voltar a usar o seu próprio...mas vai ter de ser.

E é isto, queridos e queridas...
Agora, deixo cá ficar algumas fotos do último Domingo. ;)

E NÃO ESQUEÇAM:
DIA 14, TEMOS ENCONTRO MARCADO NO
Boa? ;)

Beijinhos cá de casa!



















A M Veste:

Fato de banho: Zippy
Colar baby: Coração Cheio
Laço XL: Angel C