quinta-feira, 25 de julho de 2013

Vestir bebés: Must Have ao estilo Real

Com a chegada de mais um príncipe ao mundo,
com todo o frenesim a volta do assunto,
um post sobre vestir bebés não podia faltar.
E as minhas sugestões são a cara deste momento: bem ao estilo Real.

Pode haver algo mais sereno do que um bebé coberto de branco, azul clarinho, ou rosa bebé?
Vestido de fitilhos de cetim, bordadinhos...carregado numa manta clássica.
Envolvido por um cueiro ao estilo vintage...
ou com as pernas à mostra num fofo de linha...
Não. Não existe. Definitivamente.

Quando estava grávida, comecei a descobrir um mundo de roupinhas pequeninas, e ainda bem,
tive a ajuda da minha amiga J, que me levou para longe dos shoppings e apresentou uma infinidade de delícias.
Touquinhas, golas de bordados, tapa fraldas...

A marca da qual vou falar hoje, é uma super indicação para as mamãs de bebés pequeninos,
ou para as futuras mamãs.
Para as avós babadas, tias e madrinhas.
Até para as solteiras que precisam encontrar "aquele" presente para oferecer ao bebé da amiga especial.
Aposto que já muitas a conhecem, mas ainda há muitas mais que PRECISAM conhecer.
A sério, mulherada: 
Vocês não podem deixar passar ao lado a Ma Petite Princesse.

A marca nasceu com um blog, e são duas delícias.
Uma agrada à vista, a outra ao coração.
A primeira coleção está à venda, e foi pensada para ser uma edição limitada.
Por isso, não esperem muito para comprar o que vos agradar

Nas minhas andanças de mãe, já descobri coisas lindas, já babei por montes de marcas.
Mas tenho de confessar que nunca vi uma linha tão completa, que fosse tão bela do início ao fim.
Todas as peças passam a ideia do cosy, e do absolutamente lindo.
Adoro que seja exclusivamente composta por clássicos:
cueiros, fofos, golas, toucas e tapa fraldas.
Adoro!

A vontade é de ter um bebé JÁ, e trazer para casa montes de kits Ma Petite Princesse!
Ai, ai, ai...

Com certeza, uma marca a ter em vista. ;)


Para mim, o kit baby mais belo de SEMPRE!











Para acompanhar a mamã Ma Petite Princesse no blog, é AQUI.

Para acompanhar as aventuras da mamã Little M mais de pertinho, é AQUI.

quarta-feira, 24 de julho de 2013

O sabor agridoce do crescer...


Ontem, estivemos os 3 em casa.
"Todos juntos", como diz a Matilde.
Aproveitamos para escapar...
e a nossa fugidinha de casa foi doce e sorridente.
Cheia de sons, sabores e contrastes.

Se foi possível saborear (um bocadinho mais) o estado de graça que é a maternidade,
também foi dia de pensar num futuro próximo.
De pesar algumas coisas...e na nossa balança, o resultado é simples e claro:
a princesa precisa que eu lhe fortaleça as asas.

E assim, ficou decidido:
em Setembro, a menina vai experimentar os seus próprios sabores.
Um bocadinho mais longe de mim, que tonta, já sofro.
Vai voar mais alto, enquanto eu me habituo a assistir apenas.
Vamos dar um importante passo.
É o passo do infantário.

Ontem mesmo, fizemos uma experiência, que serviu também para acalmar o meu coração.
A Matilde ficou, pela primeira vez, naqueles parquinhos de shopping.
Não foi algo muito pensado, mas uma vez que estávamos ali, decidimos tentar.
Neste caso, foi o Bichinhos Carpinteiros.
Não poderia ter sido melhor.
O espaço é fantástico, lúdico e rico.
As educadoras são óptimas, e devidamente qualificadas para a função.
2h15m depois, conseguimos arrancar a menina de lá. Exausta, despenteada e descalça.
Depois uma banhoca e do leitinho, já na cama, disse:
"Feliz, mamã. Matídi feliz na rua. Meninos, escoéga, bunecas..."

Crescer não é fácil, sempre disse a minha mãe.
A Matilde vai crescer um bocado, e eu também, com ela.

O saldo positivo deste crescimento, em que me assombra o sentimento de abandono:
Descobrimos que podemos ir ao cinema quando apetecer.
Descobrimos que a Matilde está crescida, que gosta de escorregas e de piscina de bolas.
Que não chora se estiver sem a mãe.
Que sente-se segura o suficiente para ficar num lugar desconhecido.

Começou, de facto, a aventura da maternidade.
Eles crescem, ensaiam voos, saem do ninho.
Descobrem um mundo para além das nossas asas de mãe.
É a tarefa mais ingrata e gratificante do mundo.
Ser mãe.
E ainda é só o começo.

;)














A M Veste:

T-shirt: Pedro&Matilde
Jardineiras: MIM 
Laço XL: Love M
Merceditas: Tino Gonzáles

segunda-feira, 22 de julho de 2013

Look da M: Domingo no Parque

Domingo cheio de cor e amor.
Para mandar a conjuntivite embora.
Beijinhos cá de casa!












Adoro os meus novos sapatos!
Caviar Silver, na Massimo Dutti







A M Veste:

Jardineiras: Pedro&Matilde
T-shirt: Milhinho
Laço XL: Angel C
Merceditas: Tino Gonzáles

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Birras: quem aguenta?

Já ouviram falar da "adolescência da infância"? Trata-se daquela altura em que a criança começa a ter noção do "eu", a perceber que é um indivíduo, e que portanto, tem vontades e desejos, e pode ter o poder de decidir por si. Ela começa a lutar pelo seu espaço, gritando, batendo nos outros e armando fenomenais birras. Pode acontecer, mas não é uma regra, entre os 18 meses e os 3 anos.

Eu nunca tinha escutado falar nisto, mas tendo em vista que tenho uma miúda com 2 anos, e que os comportamentos começaram a fugir ao habitual, andei a pesquisar. Sim, sou destas que vão à procura de tudo e mais alguma coisa, e que querem entender ao pormenor cada fase dos miúdos. Sou assim com tudo, não tivesse eu estudado jornalismo... :p

Os 2 aninhos são difíceis, e ninguém, de todo, me avisou. Não estava preparada, e nem sequer entendi bem o que se estava a passar...até que determinados comportamentos passaram a fazer parte do dia à dia...e fui ler, ler, ler...

Pois bem. Eu não estava louca, e a minha miúda não está a passar por nada anormal. Vou explicar do início, para que entendam do que falo, e ao mesmo tempo, vou dar dicas de como os pais devem agir nesta altura.

Há dias, a Matilde começou a chorar por tudo e por mais alguma coisa.  Quando não pode fazer algo, chora. Quando não quer algo, chora. Quando o pai vai trabalhar e ela quer ir à rua também, chora. Quando tomo banho, e ela também quer tomar (embora já tenha tomado 2 ou 3), chora. Mas se a meto no chuveiro comigo, chora, porque afinal queria estar lá fora. 

Quando estou a comer e ela quer (sempre) que eu faça outra coisa qualquer, chora. Quando entra no carro, chora. Quando, sai, chora. Quando volta a entrar, chora. Quando é interrompida em qualquer actividade, chora. Quando vai embora de qualquer lugar, chora. Quando vai para a cama, chora (apesar de estar morta de sono e adormecer passados 10 minutos). 

Estou convencida de algo que eu já sabia desde os seus primeiros meses: eu nasci para ser mãe. Entendo cada uma das suas birras, e respeito. Não perco a paciência, não grito, não falo mal. Dou colo quando acho que devo dar (ou quando realmente preciso de alguma paz). Tento distrair quando está mesmo irritada, e me baixo ao seu nível para explicar o que está mal, ou ensinar como algo deve ser.

Não sou santa. Muitas vezes fico enlouquecida, claro. Mas é, puramente, uma questão de auto controlo. Respiro fundo, e por instinto, só quero tratá-la bem. Nunca perco a cabeça e a trato de forma agressiva! Explico, falo com calma...e por vezes, ignoro. Acho que muitas vezes, ignorar é o essencial. É preciso fazer de conta que não se ouve nada. Sem público, não há espectáculo. Certo?! O meu marido não consegue. Está pouco em casa, e por isso, é difícil lidar com tantas birras, principalmente quando são nas horas de refeição e sono.

Ele diz que já não pode ouvir a menina sempre a chorar e gritar. E é mesmo. Ele tem razão. É enlouquecedor. Bem...é para isso que existem as mães...certo? com a sua capacidade ímpar de compreender e aconchegar...e de ralhar da forma certa. Nem mais, e nem menos. São coisas que só as mulheres são capazes, e eu tenho a certeza disto. Que me desculpem os homens leitores deste blog...

E não levem a mal. O João é um pai exemplo. Um querido, cuidadoso, e que proporciona as mais deliciosas brincadeiras. Com ele, a diversão está garantida. Mas quando o sapato aperta, é aqui a mamã que tem melhor jeitinho para a coisa. Com vocês acontece o mesmo?

Por isto tudo que escrevi, vou partilhar com vocês o que é a chamada "adolescência da infância", e as sugestões de como ultrapassar esta fase sem grandes dramas. É uma situação comum, e talvez este post possa ajudar alguém na mesma situação. ;)




1. O que é a chamada “adolescência do bebê”?

A adolescência do bebê, primeira adolescência ou os “terrible twos” – terríveis dois anos, em inglês –, como citado na literatura, é a fase em que a criança passa a se comportar de modo opositivo às solicitações dos pais. De repente, a criança que outrora era tida como obediente e tranquila passa a berrar e espernear diante de qualquer contrariedade. Bate, debate-se, atira o que estiver à mão e choraminga cada vez que solicita algo. Diz não para tudo, resiste em seguir qualquer orientação, a aceitar com tranquilidade as decisões dos pais, para trocar uma roupa, sair de um local ou guardar um brinquedo. Para completar, não atende aos pedidos e parece ser sempre do contra.

2. Esse comportamento é comum em qual idade?

Normalmente, acontece a partir de 1 ano e meio até os 3 anos de idade.

3. Existe alguma causa?

A causa para esse período é simplesmente o próprio desenvolvimento natural da criança. A fase dos 2 anos de idade é um período de grandes mudanças para ela. Até então, o pequeno seguia os modelos e as decisões dos pais. Gradualmente, ele passa a se perceber como indivíduo, com desejos e opiniões próprias, e isso gera uma enorme necessidade de tomar decisões e fazer escolhas por si. Sem dúvida, isso acaba gerando uma grande resistência em seguir os pedidos dos pais. Não é exatamente uma ação consciente da criança, mas uma tentativa de atender a esse desejo interior, a essa descoberta de si como um ser independente dos pais. No entanto, ao mesmo tempo em que ela quer tomar suas decisões, ainda tem muitas dificuldades para fazê-lo, dado que ainda não tem maturidade suficiente. Ela discorda até dela mesma! Se você pergunta o que ela quer comer, naturalmente ela responderá: “Macarrão”. Mas, quando você chega com o prato de comida, ela diz: “Eu não quero isso!” Suponha que você está com pressa para ir a algum lugar. Seu filho está de ótimo humor até você dizer: “Preciso que você entre no carro agora”. Ele fará tudo, menos atender à sua solicitação. É uma fase difícil para os pais e também para as crianças. É uma experiência intensa emocionalmente e repleta de conflitos, pois, ao mesmo tempo em que a criança busca essa identidade, ela não quer desagradar seus pais – por mais que isso não pareça possível.

4. Existe alguma maneira de evitar que o bebê passe por isso?

Não há a necessidade de tentar evitar esse período e nem há como fazê-lo. O importante é conhecer e lidar de modo construtivo com essa fase dos pequenos.

5. Todas as crianças passam por isso?

Não é uma regra. Algumas crianças demonstram essas características mais intensamente do que outras.

6. Como agir quando a criança se joga no chão e grita em um lugar público, como o supermercado e o shopping?

Primeiramente, descarte palmadas, tapas, puxões de orelha ou qualquer outro comportamento agressivo para tentar conter uma birra. Antes de sair, converse com o seu filho e o contextualize sobre o passeio. Se for supermercado, por exemplo, diga como espera que ele aja, o que ele poderá pegar para si etc. Se forem a um restaurante, faça o mesmo, explique aonde vão, como espera que a criança se comporte e as consequências para o seu mau comportamento. Jamais ceda às manipulações, como choros, pedidos de ajuda e reclamação de possíveis desconfortos. Avise-o de que só vai conversar depois que ele se acalmar. Opte por disciplinar a criança após a birra, que é o momento em que ela está colocando para fora sua frustração e seu descontentamento. Após ela parar de fazer a birra, você se abaixa para conversar. É sempre muito importante que a criança compreenda o que fez e o porquê de sua ação. Evite dar broncas e repreender seu filho na frente de outras pessoas para que ele não se sinta constrangido e você também. Uma dica bacana para mudar o foco da birra é chamar a atenção da criança para outra situação. Mostre um objeto ou comece a falar de outro assunto. Ignorar a birra costuma dar ótimos resultados. Em lugares públicos, se a birra persistir e você estiver se sentindo constrangida, tire o seu filho do ambiente sem demonstrar irritação e sem conversar. Sua atitude mostrará desaprovação.

7. O que fazer quando o pequeno bate nas pessoas quando é contrariado?

Esse “bater” normalmente é a expressão do seu descontentamento, o que, no caso, não é aceitável. É importante ressaltar que as crianças, assim como nós, adultos, também ficam bravas, tristes, frustradas e chateadas – isso é natural do ser humano. Ao longo da vida, ela vai se deparar com diversas situações que despertarão esses sentimentos nelas e a infância é a melhor fase para aprender a lidar com esses sentimentos inevitáveis. Assim, se quiserem contribuir de modo positivo com o desenvolvimento emocional e psicológico dos pequenos, os pais devem parar de tentar poupá-los de situações frustrantes e passar a explicar esses sentimentos, apontando caminhos para que consigam lidar com eles. A criança não nasce sabendo a lidar com seus sentimentos, ela testa suas ações e vai construindo seus modos de agir.

Quando ela bate em alguém, imediatamente deve ser contida e, em seguida, os pais devem abaixar-se na altura da criança, olhar fixo em seus olhos e com voz firme conversar que entendem que o pequeno esteja bravo, mas que sua atitude é inaceitável. Explique que, se aquilo voltar a acontecer, haverá consequências negativas para ela, citando quais serão. Lembre-se de que essas consequências deverão ser algo possível de ser feito porque, se a criança repetir o comportamento desaprovado, você deverá cumprir o que falou.

8. E quando a criança bate com a cabeça na parede ou faz coisas para se machucar porque ouviu um “não”?

Em geral, as crianças recorrem a esse tipo de autoagressão como mais uma tentativa de conseguir a atenção dos adultos e, quase sempre, conseguem porque descobrem que esse comportamento provoca comoção nos pais. Por mais que possa preocupar, os pais devem manter a ideia de que “sem plateia não há show”. O ideal é conter a ação da criança sem dar atenção ou demonstrar comoção pela atitude. Você pode, por exemplo, colocar um travesseiro ou uma almofada embaixo da cabeça dele e sair de perto, ou tire o pequeno do local onde está sem conversar e coloque-o em um ambiente mais seguro. Sem conseguir chamar sua atenção com a autoagressão, a criança vai buscar outras possibilidades, como apagar e acender a luz, ligar e desligar equipamentos eletrônicos etc. Só fique atenta para a possibilidade de esse comportamento estar refletindo algum problema emocional, que, aí sim, merece a atenção dos pais.

Se a criança começar a apresentar comportamentos autodestrutivos, como se arranhar, bater em sua cabeça e puxar os cabelos, frequentemente em situações cotidianas, vale a pena consultar um especialista porque isso pode indicar uma tentativa da criança de evitar o contato com algo que esteja lhe causando angústia.
FONTE: http://bebe.abril.com.br/materia/a-terrivel-crise-dos-2-anos

terça-feira, 16 de julho de 2013

Caiu e eu quase morri!


Hoje à noite, levei com um susto daqueles enormes.
A Matilde caiu, e foi mesmo feio.
Vi tudo de onde estava, mas nunca poderia ter impedido.
Esta deve ser a maior frustração materna: não prever e não controlar aquilo que magoa as crias.

Naquele segundo, senti que vivi um minuto inteiro.

Felizmente, a miudagem parece feita de borracha, e aquilo não passou de um susto. 
Valente, é verdade.
Daqueles que nos fazem ouvir o coração a bater.

No final, ainda agarrada à miúda e a espreitar cada pedacinho daquele mini corpo...
fiquei estupefata e pensei com os meus botões...
"Os miúdos são mesmo uns resistentes, e a natureza é mesmo sábia"
...
É como o meu marido diz:
"Eles são de elástico"
:p

Boa noite, gente gira! ;)

Compras do Mercado dos Santos


E cá estão as nossas comprinhas do último Domingo.
Trouxemos coisas tão giras do Mercado dos Santos.
Verdade seja dita, queria ter comprado tantas e tantas outras coisas...
mas não há carteira que resista...
e não há marido tão compreensivo...
Lol!


Banquinha solidária:
Esta foi a doação da querida Angel C,
pela qual fiquei apaixonada e não resisti...já está a "embelezar" o quarto da Matilde. :)

Adoro pulseiras! Estas foram compradas na Sweet and Glamorous Girls,
uma marca novinha e fresquinha.


Já estava à espera do Mercado para comprar a cestinha Lovely.
Esta foi comprada na banquinha solidária, assim como a pulseira Terços da Lupinha.
O fato de banho é um arraso de tão giro, e comprei na Bastidor Colorido.

Adoro a Carrossel! Adoro todo o conceito...e acho que tudo é lindo de viver.
Esta peça deliciosa foi a doação da marca para a banca solidária,
e desde que recebi em casa, decidi que seria minha.
Tive sorte, porque ela estava mesmo à minha espera... :)


Já improvisamos colchão e lençol. :)
O problema é que a Matilde queria lá entrar...lol

As delícias da Pedro&Matilde

A Cutchi bem disse que o verde menta é a cor da minha menina... :)
Pedro&Matilde

Adorei os calções mal lhe bati com os olhos!
Pedro&Matilde

Adoro as cores das jardineiras!
Pedro&Matilde

Pink e Orange: Improvável e delicioso.
Este vestido foi especialmente pensado para o Mercado dos Santos.
Vai ficar o máximo com o nosso laço laranja da Love M!
Pedro&Matilde

Ou eu sou burra, ou são os outros


Há duas coisas que eu nunca vou entender na blogosfera e no mundo das marcas:

- Não entendo os blogs e páginas que não aderem a nenhuma causa social.
Que não partilham o que de essencial há.
Que não divulgam Rodrigos, Filipes, Renatos, Nandos, Marias e Leonores.
É muito giro falar de nós, mostrar um pouquinho da nossa vida, e divulgar marcas.
É giro, é bonito e tal.
Mas é preciso haver uma balança.
É preciso ter a compreensão de que estes são meios que formam opinião,
que atingem um grande público.
É uma ferramenta poderosa, se utilizada da melhor forma.
O mundo é um bocadinho mais do que os nossos jardins.

- Não entendo a crise que há com as cópias.
Falam em cópia disto, cópia daquilo.
Anda a correr burburinho por todos os lados.
Por amor de Deus...já tudo foi inventado!
Se algo servir de inspiração, por favor...sintam-se lisonjeados.
Este é um dos principais indicadores do sucesso de alguém.
Então, festejem! Sigam em frente!
A moda é assim, e quem entra neste meio tem de saber lidar com isto e acalmar os ânimos.
Não utilizem o espaço virtual para denegrir a imagem de ninguém.
É  pouco elegante.


Pronto, falei.
Desabafei.
Estou mais leve.

;)