quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Must Have: Zara para Eles


E como o prometido é devido, cá está a minha selecção de peças para rapaz da nova temporada da Zara. Reuni aquilo que não faltaria se houvesse por cá um traquina a fazer de mano da Matilde. :) 

Para os rapazes, sigo as mesmas orientações: continuo a gostar do clássico conjugado com o trendy. A única diferença, para mim, é que os meninos ficam mesmo bem de calças, coisa que já não "amo" nas meninas. Por isso, neles cabem uns belos pares de calças com padrão ou apontamentos em pele, e os jeans, que não podem faltar para nenhum homenzinho.

Peças com cores ricas, como o marinho e o amarelo, chamam logo a minha atenção. Camisolas e casacos com apontamentos, não podem faltar num guarda roupa cheio de pinta. Tenho de destacar ainda os botins com sola cor de laranja, divertidos e super trendy, e peças de complemento como os suspensórios e chapéus. E claro, os colarinhos das camisas, e os punhos em xadrez na ganga.

Para quem acha que vestir meninos é tarefa sem graça...que não há muito para onde fugir...eu digo que há sim. E estas minha escolhas estão aqui para provar que de detalhes também se constroem os looks masculinos. 

Espero que adorem. ;)

Beijinhos cá de casa!





















































Must Have: Zara para Elas


Não sei se será fruto do crescimento da minha menina, mas tenho esticado os olhinhos para algumas grandes lojas dos shoppings, e tenho ficado surpresa com montes de coisas. Desde os básicos essenciais para a escola, ao calçado mais trendy. Tenho começado (já desde o verão) a gostar de ver a Matilde com peças mais casuais, com mais toques de tendências. Continuo a gostar do clássico intemporal, mas se conjugado com uma camisola de ponto largo, uns botins, ou umas galochas coloridas...adoro! 

A Zara é a loja queridinha da mamã. Nunca liguei à marcas, e sempre adorei moda. Acho que nem preciso dizer que na Zara encontro bom preço e tudo que está super in na estação. Agora, também a secção de criança tem passagem obrigatória. 

A nova colecção está linda de viver, clássica e divertida. Altamente na moda. O negro e as peles dividem espaço com as cores doces, os padrões florais e o metalizado. A linha de casacos está absolutamente fantástica. De perder a cabeça por completo. Está tudo tão delicioso, que eu vou fazer duas publicações, e não apenas uma, como o habitual.

Espreitem agora a minha selecção para as princesas, e vejam lá se não tenho razão de criar estes posts... ;)

Mamãs de rapazes, o próximo é todo vosso! ;)

Beijinhos cá de casa! 
























































quinta-feira, 12 de setembro de 2013

A preparar coisas giras...


Estivemos a guardar memórias, a criar laços, e a inventar histórias para vos contar.

Entre birras e risinhos...
O som crocante das folhas secas, num anunciar de Outono. 
Um cata-vento e uma disputa. 
Pés descalços, como quem somos.

Onde será que estivemos hoje? 

O nosso adeus ao verão de 2013. Em breve no blog.

Podem suster a respiração. O resultado será de arrasar. :)


E foi assim que começamos...








Vestido: Piupiuchick
Macacão e camisa de gola: Coobie
Elástico de flores: Acessorize
Colar baby: Jujux Pedras Naturais
Sapatos: Pablosky
Cesta: Lovely

segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Uma carta para ti (II)



Passa pouco da meia-noite. Antes, estaria aqui a escrever um post sobre moda. Muito provavelmente, sobre as roupas que mais me encantam neste "anunciar de Outono". Ou sobre os saldos, não sei. Já não consigo pensar propriamente neste tipo de assunto, que vão -para já- ficando pelo nosso Facebook. 

Antes. Sim, tenho de dividir o tempo entre o antes e o depois do alçar voo da minha menina. Foram quase 27 meses em casa com a minha princesa, o meu amor maior. Mais de 2 anos entregues ao exercício daquilo para o qual fui talhada para ser mesmo, mesmo muito boa. Sem falsas modéstias, porque isto de ter um blog serve exactamente para desaguar a verdade que se sente. E eu sinto assim.

Antes deste tempo de escola, não lembro de adormecer a Matilde antes das 22h. Hoje, com a rotina instalada, às 20h30 reina um silêncio de inverno. Frio, frio, frio. Acabo por sentir saudades da minha grande, a melhor, companheira. Me apanho a dormir num colchão colocado no seu quarto, sem grandes necessidades, mas apenas para matar um bocadinho de saudade da sua presença. O corte,também  para mim, tem sido complicado...doloroso. Saber e sentir que passa mais horas acordada na escola, e não debaixo das minhas asas...dói. Fisicamente mesmo, como disse hoje à querida Tia Cocas, que começa a ensaiar o mesmo bailado. 

Quando engravidei, estava a trabalhar. Quando a Matilde nasceu, tinha acabado de encerrar um contrato, e achamos por bem que eu estivesse com ela por um ano. Um ano que se prolongou...e que me permitiu ser o mais feliz que me lembro. Agora, vejo a minha cria iniciar um bater de asas, e estremeço as minhas para voarmos ao mesmo tempo. 

Ser mãe é a mais bela das tarefas humanas, e que me perdoem os pais. Mãe é um ser capaz de se tornar gigante. Capaz de abrigar o mundo, cegar a dor, e fortalecer a vida. Pai também é, um dia, mais tarde. Mas à parte das discussões de sexo... Sinto-me infinitamente maior, juro, por ser mãe da Matilde. Não imagino uma existência que não fosse a de ser maternalmente responsável. A maternidade define muito de quem eu sou, e pouco consigo lembrar da vida independente de não-mãe.  Sou tão infinitamente mãe...que não consegui descansar um único minuto antes de sentir a minha cria verdadeiramente tranquila neste princípio de "vida académica".

A semana passada foi para esquecer. Mas eu eu não esqueço. Vocês, que passaram pelo mesmo, também não...eu sei. Tantas foram as mensagens que eu recebi. Tantas! De mães a aconselhar, a acalmar, a desabafar...mães que, como eu e como mil, sofrem aquela dor aguda de separar-se de um filho. Como se explica isto a quem não sabe o que é? Sim, porque alguns podem pensar que isto é uma autêntica dramaturgia. Mas não.

Confesso ser uma mãe galinha e um tanto controladora. Como a minha mãe costuma dizer, "é preciso trabalhar esta questão". Durante a primeira semana de infantário da Matilde, ouvi o seu choro e a sua agonia. Telefonei e bati à porta tantas vezes quanto o bom senso permitiu. Não saí de casa, na inconsciente ideia de estar mais perto da cria, já que a escolinha fica mesmo à distância de um elevador. Sofri e chorei com o som das suas lágrimas, mas não me consegui afastar das janelas. Não se enganem. Fui forte. Forte como era preciso. Cumpri a minha tarefa de resistir à dor e à separação. Sobretudo, de resistir às dúvidas. Sou daquelas pessoas que só desistem do que não interessa, e quando o contrário acontece, entrego o coração e a alma ao aprendizado e à luta. E assim o fiz, com todas as emoções a fervilhar 24h por dia. Sim, é pleonasmo.

Sofri a dor sofrida, que é como quem se repete, até descobrir o flutuar prazeroso da confiança. Descobri que fui capaz de escolher o melhor dos infantários para a Matilde. Descobri que não há ali dentro, uma única pessoa a quem eu possa torcer o nariz. Descobri que há gente disposta a ser grande e a ser inteiro, e que não deixa uma mãe afligir-se sem uma palavra de amizade. Palavra esta que é repetida diariamente, como num mantra de paciência. E mais uma vez me repito, sim.

Descobri que há gente capaz de falar com voz de veludo, mesmo após 8 dias de tortura chorosa. Descobri que há gente que batalha pelo mesmo que eu, e que qualquer pai que entrega um filho. Descobri que de longe, há gente capaz de entrar pelas minhas janelas e abraçar o meu coração, enquanto oferece "colinho" à minha cria. Vi o quão belo é ver a Matilde voar num escorrega e navegar numa piscina de bolas. Correr entre crianças, enquanto ensaia as primeiras trocas de palavras. Enquanto eu recebo um telefonema a pedir para ir à janela contemplar o iniciar da tão esperada socialização da minha filha. Um passo que nunca na vida me vou esquecer.

Agora, dorme serena a minha criança. Tem os olhos rasgados num sono profundo, um traço tão particular, herdado do pai. Aquela expressão horizontal, de pestanas infinitas. Fala a dormir com a mais bela voz que ouvi. Grave e aguda, quase rouca enquanto repousa. Há pouco, sentiu que eu entrava no quarto e pediu o "leitinho", mesmo a dormir o seu sono profundo de criança crescida. Bebeu tudo, enquanto me fazia miminhos com as mãos quentes e suaves, absolutamente macias como o pêlo. E eu, ainda de perto, senti saudades pelo amanhã. Senti, e sinto, mesmo tantas saudades...dos dias em que as manhãs eram eternas, num enrolar de abracinhos e sonhos. De soninhos pequeninos e entrelaçados, enquanto eu tinha cuidado e fazia silêncio ao sair da sua beira para ir tratar da vida real. Enquanto esta vida real era bela pelo seu dormir aconchegado entre lençóis e mantas, minuciosamente envolvidos por mim.

Agora repousa no seu descansar de menina que vai para a escola, e que aos poucos ganha forças para existir sem mim. Eu, mesmo que contra-natura, aceito e reforço o seu vencer. Quero que "seja" para além de mim. Quero que guarde para sempre o que eu lhe ofereço, mas que seja capaz de encontrar a Matilde que é, num mundo onde eu não esteja. No seu mundo. Num mundo onde eu não estou para aconchegar, mas que eu preparei para ela. Macio, limpo, sereno. Como as mantas em que lhe embrulhei há pouco.

"Minha filha Mais-Que-Amada, este texto é para ti. Só para ti. Para que leias e saibas, mesmo que tenhas esquecido, que este momento de deixar-te planar voo me doeu, me custou...mas que valeu. Porque já me mostras que fiz a opção certa, e que fui exacta ao perceber o que precisavas. Espero ser sempre assim para ti. Espero ter todas as tuas respostas, e receio que não. Mas vou ter sempre guardado e pronto a oferecer, o calor que sentiste quando deitaste à minha beira nos teus primeiros anos de vida.

Te amo para além do infinito.

Mamã Lua."















Etiquetas para a escola



Mamãs, papás, avós, ou quem quer que nos leia e queira indicar...

Já pensaram em como vão marcar as roupas, batas e objectos pessoais dos vossos minúsculos? Sim, porque eu, como marinheira de primeira viagem nessas andanças escolares, descobri no regulamento escolar que tudo deve ser devidamente identificado com o nome da criança. No caso da Matilde, levamos uma mochila que fica lá durante toda a semana, com 5 mudas de roupa e tudo o que for de uso pessoal. Então, como a roupa vai ficar lá, e não é difícil que se faça confusão, decidi ir à procura de uma solução gira, organizada e durável. 

Ora bem, como não poderia deixar de ser, vou partilhar com vocês a minha escolha. Etiquetas fofas.

(Podem encomendar AQUI ou AQUI)



- Etiquetas à prova d'água, ideais para os objectos pessoais (escova e pasta dos dentes, escova de cabelo, toalhitas, e até medicamentos). São resistentes às lavagens e às mãos transpiradas. Há em tamanho mini, para marcar lápis, tesouras, colher, ou o que quiserem! -



 - Etiquetas termoaderentes, ideais para a roupa. Fácil de aplicar e fica uma fofura! -

Há ainda as etiquetas para marcar sapatos e meias, em forma de pezinhos. :)

O processo de compra é super rápido e seguro. As etiquetas chegam em 48h. Podem escolher o tamanho, o tipo de letra, a cor e o desenho. A minha menina é fanática por princesas, por isso escolhi a coroa e ela amou!  :)

Um beijinho grande!