segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

As melhores compras: um exercício para todas as mamãs!

O inverno já não dura muito mais, embora pareça uma eterna sucessão de dias chuvosos e sem sal, e a verdade é que já tivemos uns bons meses de frio e cinzento. Nesta altura,o final das estações, costumo fazer um exercício que me ajuda no ano a seguir, principalmente para as compras da Matilde, já que tudo deixa de servir. Costumo pensar no que foi "aquela" peça-chave, o nosso joker para a estação. Aquilo que adorei usar, aquilo que foi mega prático, aquilo que deu para usar milhentas vezes, sem cansar, e que me facilitou a vida corrida de mãe. Este exercício é um help que nos ajuda a perceber aquilo que melhor se encaixa nas nossas vidas e nos nossos gostos, e  faz-nos conhecer melhor...facilitando as compras do ano a seguir. 

Para a Matilde, não tenho dúvidas de que os acessórios me salvam muitas e muitas vezes. Se forem como eu, vão ter roupas muito variadas, em diversos estilos, padrões ou cores. Porque na verdade, roupa para a Matilde eu compro por paixão, por deslumbre. Não por dar jeito, ou nem teríamos jardineiras (fazem diferença na hora do xixi). Por isso, o essencial será saber escolher os complementos, e o inverno pede muitos. Nada como ter malhas, camisolas ou casacos, em tons neutros e com collants a condizer. Camel, marinho, cinzento claro e escuro, bordeaux, e se quisermos variar, o verde garrafa dá imensa pinta ao inverno. Se tiverem collants e malhas a condizer, vão ver que conseguem usá-los muito mais! Se tivermos laços nestas cores, maravilha. Não é o meu caso, pelo que fui salva pelo camel, sempre impecável com os sapatos eleitos os sapatos de sempre. Quando fiz este apanhado mental do que me deu imenso jeito, esta foi a peça que me veio à cabeça inúmeras vezes. Em todas as estações, temos imenso calçado miúdo cá em casa, e desta não foi diferente. Mas não há dúvidas de que os feijões carneira, da Pé de Pato, foram os sapatos de eleição desta mamã. Não sei se algum dia um outro calçado irá superar este. Dão com tudo. Tudo! Desde vestidos despojados aos de festa, de jardineiras a macacos, passando pelos calções e túnicas...enfim. Não há roupa que o rejeite, e a cor, fantástica, não pede mais nada. Esta é a minha dica para o próximo ano, mamãs. E na verdade, indico para o ano inteiro. Afinal, usamos imenso no verão do Brasil. 
Para finalizar, escolho sempre um sobretudo quente, elegante e neutro. Nunca erro no corte clássico, em marinho, camel ou castanho. Raramente fica mal. Este ano, em que a Matilde já caminha na rua menos protegida, já não vai a lado nenhum no carrinho, optei por acrescentar uma peça mais quente como complemento ao casaco. Escolhi um colete em pelo (fake, of course) da Zara, e digo-vos: saiu de casa praticamente sempre. 



Os feijões carneira são os do meio. Absolutamente lindos, práticos e confortáveis!  


Sobretudo de eleição do inverno 12/13: castanho, clássico, da Laranjinha. Para este ano, escolhemos um modelo em lã marinho, da Zara.


Colete de pelo: tão versátil e com tanta pinta! O da Matilde é da Zara, muito parecido com este.

Se para a Matilde, o exercício dá bons resultados, no que toca à roupa da mãe, a lógica não é diferente. Saber reconhecer aquilo que me fica bem, que é mega prático, e que eu adoro, dá muito jeito...principalmente porque mãe nunca tem muuuuito tempo para escolher, experimentar, etc. Saber seleccionar quando se entra em loja, pode ser essencial na luta contra o relógio. 

Para mim, não podem faltar: collants opacos pretos (milhões deles), umas leggings a imitar pele, também em preto, jeans variados (este ano ando sempre à procura dos de cintura subida e boca de sino), botas pretas de cano alto e salto confortável, ankle boots para dar pinta quando temos uma saída com mais tempo e mais paciência para os saltos mais altos, um bom e quente colete de pelo (gosto mais dos lisos e neutros), uma mala XL que dê com tuuudo, desde pretos a castanhos, e uma mala mais trendy, para brincar com mais looks. Este ano, não dispensei uma em amarelo ovo! Gosto imenso de peças diferentes para quebrar a monotonia.


Collants pretos opacos para o pão-nosso-de-cada-dia. Dão tanto jeitinho! 


Adoro botas de cano alto,e não dispenso as minhas praticamente nunca. Para o dia à dia, salto quase sempre, mas baixinhos e que dêem equilíbrio.


Ankle boots para dar pinta! Afinal, também há dias para subir num destes. Trouxe uns fantásticos do Brasil, e estes abaixo, não me escaparam nos saldos da Melissa.



As minhas leggings a imitar pele são da Zara, super acessíveis, e uso imenso! 


Coletes em pelo: tão setentinha, tão boho e Chic. Conforto e tendência numa peça que não faltou para este ano. 


Jeans, sempre! Cintura um pouco subida e boca de sino: perfeitas. Malas XL em cores básicas, porque toda mãe precisa.



E vocês, mamãs?! Também fazem o mesmo exercício?! Também têm truques para seleccionar as vossas compras?! E nesta estação? Qual foi a peça que vos encheu as medidas, e melhor, que vos facilitou a vida?! ;) 

Beijinhos.







sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

O misterioso dia do amor

O dia do amor. Pipocam casais enamorados, pipocam beijos nos filhos, pipocam apaixonados por cupcakes e bolachas decoradas. Chove, e chove a potes. O pretexto mais-que-perfeito para um jantar à meia luz, seguido de enroscadelas no sofá. Enroscam-se pais e mães, enroscam-se crias, enroscam-se adolescentes, nas suas maiores histórias de amor. Enroscam-se cães e gatos, e o peixe solitário fica na espreita. Amontoam-se contos de fadas pelos restaurantes e ruas. Empilham-se histórias por todo o lado. Permitidas, abençoadas e proibidas. É um pop-up de amantes. Disto ou daquilo.

Nesta sexta-feira molhada e fria, cinzenta, um contraste: Explodem, quentes,os bons motivos para amar. Abraçar, dar cheirinhos, celebrar. O namorado e a namorada, o marido e a esposa. Os namorados, as namoradas. A mãe e os filhos. Os amigos. Os irmãos. Os avós. Os vizinhos. O casal mal resolvido do café. Aquela menina e aquele seu coelho. A velhota e os seus 13 gatos. Os solteiros todos. Sozinhos, bem ou mal acompanhados. Hoje toda a gente ama. Correm todos aos beijinhos, tudo aos saltinhos. O pretexto toma as ruas, os passeios, os copos de vinho, os bolos caseiros. Tomam conta os filmes água-com-açúcar, e os DVD's de Caetanto. Ocupam espaço as prendinhas de laço farto. Os pés aquecidos, porque hoje é dia. 

Dia de desejar e espalhar o amor. All the love. All the love in the world. Para o branco e para o preto, para o amarelo e o vermelho. Para o Magérrimo e para o Barrigudo. Careca ou peludo. Para o feliz, e para o triste. Para o equilibrado e para o bi-polar. Para o saudável, para o doente. Para o que nunca experimentou, para o que calejou. Para o que já encontrou. Para o menino e a menina. Para os meninos. Para as meninas. 

Por isso, feliz e delicioso estranho dia do Amor. Que ele fique pelo mês, pelo ano, pela vida. Deixem chegar, deixem brotar, deixem ficar. Pode ser para sempre, pode ser só por hoje. Mas o amor basta por si. Porque enche o peito, cobre a alma, conforta os dias. Porque justifica.

Feliz dia! E permitam-se vivê-lo amanhã, e depois também. 





















segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Do fim de semana...


 Um fim de semana de tempestade Stephanie, e eu só tive olhos para um furacão chamado Matilde. Porque ele enche a casa de alegria.

Cá em casa, o calor esteve no encontro, na partilha, nos sorrisos, abraços, afagos. Em reencontros. Numa sexta de "girls night". Num sábado inteiro no sofá.  E para colorir o domingo, festa de aniversário da bonecada, com prendinhas improvisadas pela avó Juju, e bolo de amendoim feito pela tia Lala.

Porque o mundo pode ser lindo dentro de 4 paredes.











E porque o frio ainda nos faz companhia por algum tempo, fica aqui uma sugestão para dar sabor e cor a momentos caseiros e felizes. "Contas-me uma bolacha?" é a ideia gira-gira que a Mary Poppins teve. 12 histórias por ano, uma história por mês. Digam daí, se não imaginam uns bons momentos com os miúdos?! :) e para o dia dos namorados, já ao bater da porta, uns docinhos que enchem os olhos. 




Para encomendar delícias da Mary Poppins, é AQUI: 
https://www.facebook.com/marypoppinsporto?ref=ts&fref=ts
















quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

À espera da Primavera...

Há poucas coisas que me fizeram sentir realizada, pessoal e profissionalmente, ao longo dos últimos anos. Poucas, diante de toda a decepção e descrença com a profissão que escolhi trilhar...e deixar estar, quando mais nada me dizia. 

Há coisas que são mesmo curiosas. Foi preciso ser mãe, ser apaixonada pelo mundo da Matilde, para descobrir e encontrar algo que me faz tão bem. Que tanto tem a ver comigo. Poderia passar dias sem fim, a imaginar roupinhas miúdas, combinações, conjugações de cores, tecidos, padrões...poderia mesmo. A sério. A sério também, que não é fácil. Que há percalços. Mas há paixões que nos despertam forças para alçar voos. A Mini Maison tem sido este motor que eu precisava, e eu estou, como sempre, ansiosa por poder partilhar a nova colecção com vocês. Encontrar a Joana, amiga querida, pelo meu caminho, e com a mesma garra que eu tenho por esta paixão, foi uma prenda preciosa. 

Tivemos uma visão!
Nós vimos a primavera a chegar. Ela avisou-nos, baixinho ao pé do ouvido.
Vimos flores, vimos azul. Vimos água, vimos terra. Vimos leveza em tardes de raios dourados, e campos tomados por alfazemas. Vimos crianças a correr em relva húmida. Sumos em lanches fora de casa. Vimos caras lambuzadas e sorridentes. Ouvimos Pequenas gargalhadas a ecoarem pelos parques. Vimos, nitidamente, a alegria em vocês. 
E você, o que vê à sua frente? 
New Collection Mini Maison. Em breve, a colorir Portugal.

Tic, tac...Tic, tac...






segunda-feira, 27 de janeiro de 2014

De regresso...

Faz hoje uma semana que chegamos do Brasil. E há uma semana ando aérea, a assimilar o cinzento, o frio e a rotina. Chamem jatleg se quiserem, mas para mim o nome da coisa é Saudade. Com um pouco de confusão à mistura, sim, porque isto de mudar a realidade de uma hora para a outra...tem um toque de muito louco. 
De facto, passar tanto tempo fora (fora?!) mexe com a forma como tratamos o dia à dia. Se lá, do outro lado deste mar, acordávamos com a casa cheia de riso e música, com os sons estridentes da metrópole...cá, estamos a reaprender a tranquilidade a que a estação gelada nos obriga. Um choque de realidades. Sem dúvidas. 
A Matilde está como se nada fosse, of course. Para ela, o retorno traz também novidades e descobertas, e nesta idade, é tudo o que se quer. Para mim, a dualidade está instalada, e espero que seja uma breve, mesmo curta, visita. Estar e sentir-me em casa, em duas realidades tão distintas, é no mínimo, estranho. Ter raízes lá e cá pode até parecer enriquecedor, mas a verdade é que nos faz ver tudo através da janela da "falta", da saudade. Como se completos, completos mesmo, nunca estivéssemos. Do fundo do coração, para já, o que tem feito tudo valer à pena é o afago do homem da casa, que cheio de saudades, faz-nos feliz de manhã à noite. 
Devem ter reparado, que este blog fez uma pausa. Assim, sem anúncios e sem nada muito pensado. Apenas uma pausa...para deixar crescer umas raízes onde também é a minha casa. Para redescobrir um pedacinho de alma. 
Foi uma viagem para guardar para sempre. De chuva quente, paisagem verde. De riso frouxo. De abraços, risos e lágrimas. De família. De grandes amigos. Novos. Antigos. Muito antigos. Tempo de rever a infância, juntar memórias, saborear a minha história. Lembrar quem fui, pensar em quem sou...desejar ser. Foi um tempo de lambuzar a Matilde de mim. Do meu cheiro, da minha cor. 
Eu poderia desfiar um mundo de sentimentos, partilhar mais e mais fotografias, e remexer tudo. Férias, verão, Brasil, água de coco. Sol, mar, piscinas. Mas por agora, nada de grandes abordagens...porque vocês também sabem...que as saudades doem. 
Confesso que tinha dúvidas sobre como retomar o blog, sobre o que falar. Faltavam assuntos, que não fossem os meus, tão íntimos. Faltava, de facto, chegar. Fazer o pouso. Acalmar. Apaziguar os sentimentos. Reconhecer terreno. Pensei com os meus botões, que demoraria um pouco mais...até que vi as imagens que a Elisabete Covelinhas postou no Facebook. A Matilde, toda cobertinha...e linda, também nos seus Kits de inverno. Aquilo, de uma forma muito subtil e simbólica, trouxe de volta o sentimento que estava a faltar. Que nos fez (ou ME fez) lembrar da beleza que o frio traz. Do quão delicioso é ter tudo tão definido...o tempo, as estações. Fomos visitar o espaço da Maisena, que ainda não conhecíamos e que está uma fofura! Coisas tão giras e cheias de pinta! Revi a Angel C querida, a MT do DePantufas, sempre tão calorosa, a Miú, da Coelhinho Pompom, com mimos aos quais não resisti, e com palavras tão doces e generosas. Vi o avanço de temporada da Patuska, com as flores que se anunciam para nós...não me contive e trouxe um kit de túnica e calções, que tenho a certeza que vão fazer sucesso por aqui. Ganhei coragem para colocar os nosso narizes ao frio, e como quem não quer nada, ganhei a vontade que faltava para voltar a alimentar este cantinho. Obrigada, Elisabete! Pelas imagens que fizeram com que eu visse de fora, o que ainda estava escondidinho de mim. :)
Obrigada à Maisena, pela receptividade, pela paciência com a Matilde- Espalha brasas, e pela ideia de trazermos o peixinho "Óculos" para casa. Penso que estou apaixonada por ele. :)

A vocês, Família Little M, o meu abraço quentinho...e o nosso retorno oficial. É tempo de respirar o frio e pôr as máquinas a todo o vapor. Dar gás ao blog, e começar a fabricar sonhos de cor com a Mini Maison. Espero que continuem por aqui, multiplicando a palavra e a dividindo mundos. :) 

Um beijo grande.




Foi preciso voltar ao frio para fazer a estréia do chapéu de inverno...comprado há mais de um ano!










As imagens da Matilde, deliciosas, são da Elisabete Covelinhas, 
através do projecto Elisabete - Family Photo. Espreitem e vão adorar! 

A M Veste:

Vestido: Antiga Petit Patapon (quem também aproveita os saldos para comprar roupas para o ano a seguir?!)
Malha: Zippy
Collants: Boutique das Meias
Laço XL: love M
Sapatos: Feijões Carneira Pé de Pato (os sapatos mais Top de sempre! Dão com tudo, e sobrevivem ao inverno e ao verão!)



E nós, há pouco mais de uma semana, em meio ao paraíso da Tia C, a maior anfitriã de sempre! Obrigada, tia! Por nos fazer sentir em casa, e por mostrar um pouco mais do nosso paraíso. Um grande abraço, em meio à uma fatia de bolo de rolo. ;)










A M, na versão verão, veste:

Fato de Banho: Bastidor Colorido (fez furor em terra canarinha!)
Jardineiras: Tictac Babies
Sapatos: Melissas (SS14)








terça-feira, 17 de dezembro de 2013

Como estamos de Brasil...

Nove dias. Nove dias se passaram desde que chegamos ao Brasil, e eu nem dei por eles. Tem sido surrealista voltar à minha cidade, perceber todas as diferenças, reparar em tudo o que permaneceu igual, intocado pelo tempo. Rever a minha infância, a minha adolescência. Os meus amigos, os conhecidos, os que nunca fizeram diferença na minha vida. Olhar ao redor e desconhecer todo o funcionamento da minha cidade-berço, ao mesmo tempo em que pequenas imagens, cheiros e sons, me transportam, quase que por obrigação, a tempos que escolhi guardar escondidos, numa caixinha qualquer dentro de mim. Coisas que ficaram latentes, na verdade. Sentimentos que eu pensava não existirem, e que de uma hora para a outra berram por mim. Aí vem o nó na garganta, o aperto no peito...e a saudade que deixei calma e profunda, vira tsunami na minha alma. Não tem sido fácil, não tem sido simples, e de facto, ainda não comecei a aproveitar o meu eterno espaço. Ainda estou como um bichinho do mato, me deparando com novidades. Ainda estou como a Matilde, que do alto dos seus dois anos, estranha o novo e pede colo. Mas ainda mais complexo é o reconhecer. É o sentir-me em casa...sim, porque às vezes acontece. Quando por segundos estou confortável numa meória, num espaço, numa lembrança, lembro por fim que isto já não é meu. Já não me pertence. Que mais dia, menos dia, vou embora. Abandonar tudo outra vez, actualizar despedidas, desencontros. Voltar à frieza da web, que, se consegue ser fantástica, ainda não descobriu como me levar o ninho até além-mar. 
É como se eu quisesse entregar a minha alma à menina que aqui cresceu, mas tivesse medo do corte que está por vir. Porque ser estrangeiro, no fundo, é ser de lugar-nenhum. É ter pouso certo, mas nunca ter base plena. Completa. Se somos metade de lá, e metade de cá...no fundo, não temos terra. Só lembranças, saudades e ligações que iniciam e interrompem. E viver assim, de facto, não é para qualquer um. Eu bem sei das minhas fortalezas...mas descobri que a "menina" que fui, também tem fraquezas, e ainda mora em mim. E chora quando vê a avó. Chora quando vê o pipoqueiro de rua. Chora quando ouve a elegância da música brasileira, dentro daquele que foi o seu primeiro carro, e que ainda existe para si. Chora quando vê a cria, descendência da terra, descobrindo o seu primeiro canto, a sua cultura, as suas cores e raízes. Quando lhe ensina as palavras esquecidas, quando lhe mostra as comidas perdidas no tempo. Chora quando pensa que ganhou um mundo, e perdeu outro. Que perdeu anos e anos da companhia da família...e que a vida é breve em exagero. Que acabou por se afastar de si mesma...e nem deu conta. 

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Cheirinho a Natal: os looks escolhidos

Chegou Dezembro...é, oficialmente, altura de sonhar com o Natal. A família à volta da mesa, os miúdos entre rodopios e saltos, ansiosos pelas prendas, pelo convívio...encantados com a magia do bom velhinho, e sempre bem acompanhados pela decoração festiva mais gira do ano! Natal é riso, é um conversar mais alto, mais solto, mais contente. É o Maior pretexto para estar com os nossos, na melhor disposição. Em grande! 

Este ano o nosso Natal vai ser diferente. Novas cores e sons, nova gente. Sabores de reencontro, num velho programa que está guardado na memória. Pronto para ser revivido, experimentado outra vez. Como a altura pede, já andamos à volta dos Kits. Como é de esperar, a Matilde vai usar vestidos que saíram dos meus sonhos. Que têm a nossa cara, a cara de festa que se quer, e mais importante, que passam longe do óbvio. No ano passado, escolhemos um kit Azul inglês, em xadrez bordeaux e lindo. Desta vez, fugimos ao xadrez, porque pessoalmente, já começo a querer fazer a diferença. Este ano, o que me roubou as atenções foram os looks em tecidos lisos, com cores ricas. Estou numa onda de querer um mood sofisticado, elegante e inesperado. O meu floral é de sonho, e está na minha lista por ser um autêntico vestido de boneca. Por isso, temos Kits para a noite de 24 e para o dia 25 escolhidos, e mostro também a minha escolha para a passagem de ano. :)


        O nosso kit para a noite de Natal:
        
        Mini Maison


O nosso kit para o dia 25:


    Outras sugestões:

    Tu Chique

CA Chocolate Azul

    Pedro&Matilde

    Mini Maison

    Mini Maison




    O nosso kit para a passagem de ano:




Como viram, para o Natal não faltam soluções lindas de viver para quem, como eu, cansou do xadrez tradicional da altura. Folhos e rendas marcam para fazer a diferença, e se o floral for inesperado, de preferência em ponto maior, vale a aposta.
Espero que tenham ADORADO.

Beijinhos cá de casa!