terça-feira, 31 de março de 2015

Trend alert! Bohemian chic


Sabem aquela altura em que damos conta que  (ufa!) a primavera chegou?
É um pedaço de tempo que se guarda num milésimo de segundo, e que de tão esperado, 
apanha-nos de surpresa.
Fossem todas as surpresas assim...

É a estação que mais gosto, e de fato, aquela em que me sinto brotar.
Há algo que acontece quando o céu amarela de sol, e o vento em pausa diz o seu rouco "até logo".
Fica tudo tomado de um ar macio, de cheiro quente.
Mesmo que esteja frio, é assim que se sente e se recebe a primavera. Certo?

Hoje quis dar as minhas boas vindas à estação que anuncia a felicidade.
E quis dar assim...com a nova coleção da Castelos nas Nuvens.
Há melhor forma?










A coleção aposta numa linha romântica e prática
que vem atender aos desejos das mais diferentes mães.
Seguindo a maior tendência da estação, o estilo boho/hippie
as meninas da Castelos conseguiram como ninguém fundir múltiplos conceitos. 
Há uma linha muito ténue, quase que invisível, que separa os dois lados desta moeda.
O toque das tendências étnicas surge sem pesar, e é possível AMAR a coleção 
sem transformar a criança em fashion victim. 
A veia clássica está inerente e nasce dos folhos, dos florais, dos cortes e dos tons de pastel.
O amarelo (maior procura da estação) chega com uma postura nada óbvia,
e provoca um encontro de estilos que está de matar (de amores!). 
Fica aqui a minha seleção de peças, e estou certa de que vão arrasar.
<3




terça-feira, 17 de março de 2015

Coisa de criança


"IRS não é brincadeira, mas pode ser coisa de criança"
Sabiam?

Já não deve haver quem não conheça o trabalho da Make-A-Wish, mas eu me disponho a explicar... :)
A Fundação tem como missão realizar o maior desejo de crianças e jovens que sofrem de uma doença que coloca em risco a sua vida. No programa, que abrange idades entre os 3 e os 18 anos, o compromisso é oferecer um momento de força, alegria e esperança. E sim, eles cumprem a tarefa com o coração. De outra forma não poderia ser.

Nos próximos 3 meses todos os portugueses vão poder dar uma mãozinha solidária cheia de carinho, ajudando a Make-A-Wish através do preenchimento do IRS. É rápido, fácil, seguro...e faz bem. Faz bem a quem ajuda, mas faz muito mais por quem precisa. Por isso, nesta altura é hora de vestir a pele dessas famílias, e sobretudo dessas crianças e jovens que lutam, lutam e lutam. Bora ajudar? 

Basta colocar o NIF Make-A-Wish na sua declaração.

Esta deve ser a única possibilidade de transformar o IRS num momento de prazer. ;)
Para doar, 0,5% do IRS, basta preencher o anexo H -Quadro 9- Instituições Particulares de Solidariedade Social ou Pessoas Coletivas de Utilidade Pública com o NIF Make-A-Wish 509 196 853,
sem qualquer perda de benefícios fiscais.

Beijinhos!








Decor: Design Made in Portugal

(Estou apaixonada!)



Há uma marca portuguesa de design de autor que leva Portugal para fora de fronteiras. A decoração de luxo é a aposta da marca lançada em 2012, e materiais nobres dão forma à visão de explorar a natureza sob o olhar lúdico da arquiteta que assina o projeto. Joana Santos Barbosa é um ENORME talento português, e eu ADOREI conhecer tudo o que faz. Para quem gosta do mundo das decorações, para quem gosta de arte, para quem gosta de histórias...espreitar estes trabalhos é INDISPENSÁVEL.

INSIDHERLAND é o nome, e a visão é a terra por explorar. Memórias, lendas antigas e culturas indígenas encontram espaço de fusão através do processo intuitivo que define uma marca, que mais do que criar mobiliário, existe impressa nas criações escultóricas que a definem. Despertar os sentidos e a interpretação do observador é a missão, e a relação com a natureza é o ponto de partida. Artesãos e joalheiros de Gondomar coabitam as oficinas que abrigam a origem de um trabalho completamente Made in Portugal, onde uma forma pessoal de olhar o mundo, interpretá-lo e transformá-lo em arte com utilidade, traduz-se numa importante marca nacional de design de autor.

“Eu desenho memórias para criar o que nunca vi”

Joana Santos Barbosa dá assinatura à marca, e para ela, o instinto de criar nasce da percepção de um mundo existente, e não como inspiração. É através das vivências com a terra e as suas histórias, que a Diretora Criativa da marca guarda na bagagem os saberes e imagens que levam à criação. O traço contemporâneo abraça a temática da natureza, e a personalidade da marca surge no desenho que ganha forma, na escolha dos materiais, e na finalização das peças.  


A absorção que faço da realidade é intuitiva 
e as formas que crio estão presentes no que me é dado a conhecer(...)
uma nova peça nasce da interpretação imediata de um lugar que visito, 
ou aparece-me de repente na cabeça, 
mostrando-me o passado com um novo olhar”

A marca Made in Portugal lá fora:

O público internacional quer peças destacadas pela originalidade, autenticidade e exclusividade, e a mão que o artesão dá a cada peça coloca a INSIDHERLAND em relevo. Para além das fronteiras, a marca tem angariado clientes que são conhecedores e exigentes, e que procuram peças emocionais para sobressair em espaços requintados. 
"As peças da INSIDHERLAND agradam a clientes de nichos de mercado distintos e atualmente exportamos para Inglaterra, Irlanda, França, Estados Unidos, Arábia Saudita, Bahrain, India e Japão", revela Joana.


"É importante darmos valor ao que de melhor 
se faz no nosso país"

Portugal tem séculos de tradição em madeira e metal, e o recurso às técnicas tradicionais foi desde o início uma certeza. Beyond Memory, coleção de estréia, é o casamento perfeito entre as mãos portuguesas, a luminosidade do cobre e do latão, e a organicidade de materiais naturais. É a essência do país traduzida por um olhar único e global do que é a terra, os seus recursos e as suas imagens.

O mercado nacional:

A marca exporta 100% da produção, e o mercado interno ainda se mostra por conquistar. A razão é a "conhecida apetência por produtos importados", o que para Joana é uma tendência a mudar.


"No futuro, o mercado nacional vai reconhecer
o que já é reconhecido internacionalmente"

Uma marca Made in Portugal que é a prova de que o design português está ao mais alto nível, e que o sucesso nasce também cá dentro.



(Ver tuuudo em Insidherland)


E este aparador??? Genial!










Alguém ainda tem palavras?

*(Artigo escrito para a Portugal em Destaque)

quarta-feira, 11 de março de 2015

Miúda às compras


Ora bem...cá em casa a miúda já manda. Em partes.
Como toda boa vaidosa, a Matilde já adora escolher o que veste. 
De vez em quando...quer fazer valer a sua escolha através da(s) birra(s). 
#socorro

Nada mais prático do que ir às compras com ela ao lado (#sóquenão),
para prevenir enganos e roupas que fiquem por usar.
Neste ponto, a Zara parece-me sempre uma boa escolha.
Gosto das coleções, gosto dos preços, e conheço a qualidade.
Nesta altura, já gosto de ver a criança com peças mais cool e trendy,
como tantas vezes já disse por aqui...
Desta vez, o post mostra as minhas escolhas...e também as da miúda cheia de pinta!









Mas que não haja enganos: as marcas portuguesas continuam a ser a minha preferência,
e continuam a ser as que me fazem babar por mais.
Hoje estive a ver as novas propostas da Piupiuchick e...
#socorroAgain, tirem-me os cartões!
As novas propostas inovam, estão super atuais, e seguem uma linha boho e étnica que eu adoooro.
Este aí já vai cantar cá em casa muito em breve:




E esta marca, que para mim é novidade, também chamou a atenção com as novas propostas.
Uma coleção prática, fresca and sooo cool!




terça-feira, 24 de fevereiro de 2015

Crise de identidade...já?


E pronto...estamos com uma crise de identidade em casa. Já começou há uns tempos, e agora ganhou força. "Mamã, eu sou da cor do chocolate!", soltou ela de riso na cara.  É, Matildinha-Matrioska... #sóquenão. :p

Ainda estou a tentar perceber onde tudo começou, mas a verdade é que a criança tem a certezinha de ter um pézinho em África. E no fundo, até tem mesmo...afinal, tem sangue brasileiro a correr nas veias. Bem, mas a cor é que lhe está a faltar...

A primeira boneca foi uma bebé negra de vestido florido e cabelo crespo preso em dois totós. Foi amor à primeira vista. Até hoje, seguem companheiras. Mais tarde, iniciou a loucura das Barbies, mas nenhuma delas lhe encheu as medidas como a princesa Tiana, da Disney. A Jasmin é outra favorita lá em casa. Dos livros, tem fascínio pelo "Menina bonita do laço de fita", que conta a história de um coelho branco encantado por uma negrinha de lábios vermelhos, e que faz de tudo para escurecer o pelo...desde tomar dúzias de café, a mergulhar numa lata de tinta, culminando na descoberta de que  preto nunca poderia ser. É quando decide que filhos assim é que quer ter, e casa-se com uma coelhinha da cor da noite. Ele passa o livro a perguntar: "menina bonita do laço de fita, como fazes para ter a pele tããão pretinha assim?". Bem, a Matilde anda a querer descobrir. Curiosa, pergunta  porque eu sou branca e ela não (como assimmmm, menina?). Se não fosse o seu ar de faz-de-conta, eu ficaria preocupada. :p

Isto, inevitavelmente, me fez questionar uma série de coisas. Primeira: há produção de material suficiente para mudar as ditaduras de padrão às quais somos bombardeados? Ou apesar de tudo, ainda vivemos num mundo em que se fala com distância das possibilidades que vão para além do padrão imposto? Segunda: Onde começa o preconceito? E terceira: Como inverter a situação e criar outros contextos?
O preconceito começa no berço. Começa nos pais, nos avós, na escola. Começa quando não se oferece o mundo e as suas multifacetas. Quando rejeitamos o diferente, e impomos apenas o que é conhecido por nós. Quando não percebemos aquilo que nos falta, aquilo que podemos desvendar e mostrar. Quando não mudamos. Começa quando dizemos o que é bonito, quando decidimos nós pelo outro. Quando só apresentamos uma boneca de mini saia e saltos altos. Quando dizemos que ela é linda, à uma criança gordinha, de sardas e  caracóis nos cabelos. Ou à magricela que é ruiva, ou à pretinha de rabiosque empinado. Quando lhes apontamos a nossa visão de mundo...é quando apontamos o caminho que os nossos pequenos vão seguir. E por isso, custa crer em quem não quer ampliar e transformar os seus espaços conhecidos e tidos como absolutos. Custa saber que ainda não vamos longe, e que vivemos ciclicamente a repetir o que nos foi dito como verdade, sem questionar e criar mais espaços por onde fazer correr as nossas crianças.

Cresci entre nenucos loirinhos, e outras infinidades do género. Cresci num mundo onde a Disney não tinha a Doutora Brinquedos, e nem os cabelos castanhos da princesa Sofia. Não lembro de muitas  bonecas que não fossem loiras-loiríssimas. Era mais fácil ver uma com cabelos azuis, do que uma pretinha. Ora bem, mas cresci rodeada de livros e músicas, e eram eles que me falavam do mundo. Que faziam chegar imagens diferentes à minha cabeça. Múltiplas! Infindáveis! Sem que saíssem apenas de uma fôrma pré-fabricada. Cresci com pais que me faziam chegar estas ferramentas, e que tinham os preconceitos engavetados, sem nunca os deixar sair (quem não os tem?). Nunca os passaram para mim. Louvados sejam! São espertos os meus pais...já na altura, mediam as palavras para não me moldarem as ideias. Para que eu criasse o meu mundo da forma mais rica e verdadeira possível. E tão grata estou. Educar é também isto: saber mudar o que em nós está mal, e saber passar o que vai para além daquilo que nos foi dado. Preconceito não é herança, minha gente. Não se passa a ninguém, não se deixa como presente. Horizontes sim. Largos...a perder de vista.

Ora, ora, ora...tudo isto para dizer que estou contente. Estou contente por perceber que estou a criar gente. G-E-N-T-E. Estou a pôr fermento na Matilde para que ela enfrente o mundo, para que veja toda a sua beleza. Para que não o sinta como um reflexo seu, mas sim para que possa refletir o que mais gosta dele. Para que tire todo o sumo possível desta aventura que é viver. E que em cada cantinho dele, ela não olhe de lado à nada.  Para que eduque os músculos da testa para não franzirem diante do novo. Para que transpire a vontade de abraçar a tudo e a todos, e para que se sinta parte do que a rodeia. 

A construção da identidade se inicia desde muito cedo, e passa pela compreensão dos factos do dia a dia, pelo reconhecimento de características locais e familiares, pela comparação e pelas referências. Por isso, enriqueça o universo do seu filho. 

(Dito isto, agora vou falar sobre o meu último questionamento, e aquele que mais surpresa me causou:

"Por que raios ainda vivo num mundo onde falar em diferença faz lembrar o preconceito???")





E agora vou ali arranjar maneira de pôr a menina pretinha... :p

O Little M está no Facebook e Instagram (@blog_little_m) 



segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

Little Humans

Brandon Staton tem um site suuuper popular, e mais de 12 milhões de seguidores do Facebook. É fotógrafo e passa a vida a clicar gente. Sim, gente. De todos os tipos, de todas as cores, de todas crenças e de todos os géneros. Em comum? É gente de New York, baby

Staton é indiscutivelmente, uma das mais famosas "faces behind the camera". Em 2010, começou por colecionar as caras que cruzavam o seu caminho, e a catalogar no blog Humans of New York. A ideia despretensiosa passou a contar um bocadinho da vida de cada um dos que foram eternizados por Staton, e portanto, a tecer histórias. Hoje, visitar o site é fazer uma viagem pelo mundo através de uma das cidades mais multiculturais de sempre, conhecendo a sua gente, as suas diferenças, semelhanças, e sobretudo, aquilo que fez delas únicas aos olhos do fotógrafo. 

O projeto é um sucesso absoluto, foi publicado em livro e virou best seller nos EUA. Agora, Staton lançou a versão mini da coisa, e eu já vos digo..."a coisa" está deliciosa. Não por juntar muita gente com pinta e blá-blá-blá, mas sim por mostrar a rua como ela é: com as suas verdades, com a sua honestidade, sem grandes filtros e efeitos. E eu gosto que seja assim...porque é o real que me desperta, que me encanta, que me faz querer conhecer e decifrar, imaginar e criar. 

Little Humans traz montes de pingos-de-gente, cheios de graça e estilo próprio, e à semelhança do primeiro livro, carrega muitas histórias contadas em imagens. Com fotografias inundadas de cor, o fotógrafo percorreu cinco bairros de NYC, reunindo cliques e entrevistas aos meio-palmo-de-gente. São quatro anos de olhos postos às crianças mais queridas que lhe apareceram à frente. 

















Comprar o livro AQUI

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quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Sunny Day...


Uma terça-feira de muito sol,
praia, parque, caminhada,
corridas, risinhos, e tanto amor!

Que saudades eu tinha do sol...
Que saudades eu tinha do cheiro a sal à beira mar...
Que saudades eu tinha de a ver livre e solta...

*ansiosa que chegue o verão! <3











A princesa Elsa veste:
Disney Store
Casaco Zara Kids

;)