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sábado, 25 de abril de 2015

Para o Dia da Mãe, com a Cosmopolitan Portugal


Hoje, no terceiro dia da revista em banca, consegui abrir o envelope que me enviaram e babei para cima da página. Este mês sou uma Cosmoblogger, ao lado de nomes como Rita Ferro Alvim, Sofia Patrício e Joana Paixão Brás. Top, não é?! O objetivo? Dar três dicas de presentes giros para o Dia da Mãe. :)



***(Sem querer parecer piegas, mas sem medo algum de dizer que o sou...aí estão as minhas sugestões na versão completa da coisa! Espero que adorem! )

Ser mãe é aquilo que todos os dias me faz brotar. Há algo de transformador que me acontece. Como se eu tivesse recebido uma caixinha com infinitas maravilhas que saltam de lá. Os abraços, os beijinhos e as (sempre) novas palavras são fonte inesgotável de surpresa. A maternidade é um renascer constante, e uma oportunidade para ser feliz acima de tudo.  Para marcar o Dia da Mãe, quero significados. Quero símbolos. Quero prendas que me digam coisas, e tenho uma wishlist que faria encher qualquer coração. Há um enorme movimento empreendedor que fervilha pela internet, revelando um universo cada vez mais exclusivo e criativo.Esqueçam os shoppings. Para as compras que enfatizam o nosso lado mais prático e casual, temos o ano inteiro.


As Dream Pillows já fazem sucesso no universo online. Um só conceito, inúmeras possibilidades. São almofadas completamente handmade e personalizáveis, que encontram espaço em qualquer ocasião. Para o Dia da Mãe fica aqui uma super dica: eternizar os desenhos dos miúdos em almofadas bordadas à mão. Um trabalho que é ímpar, exclusivo e original. É nacional e eu adoro! 



As mini sessões estão na moda, são acessíveis e conseguem responder à necessidade de ter boas imagens, sem ter que gastar muito. Fiz a última com a Elisabete Family Photo, e produção da Mary Poppins Childcare. As duas têm uma sintonia incrível e conseguem oferecer um trabalho descontraído e atual. Para o Dia da Mãe, vão abrir as portas de um espaço próprio, no Porto, com decor especial, dessert table e mini make over. É emocionante ver o resultado final, e uma boa oportunidade para estar ao lado da cria, em destaque. Somos uma geração de telemóvel na mão, que passa a vida a colecionar imagens iguais. De vez em quando, sabe bem fazer um refresh



Gosto de peças que falam. Que têm importância. Que são quase sagradas. Gosto de ter comigo espécies de amuletos. Coisas que simbolizem a nossa ligação de família. Já há imenso tempo, namoro os fios e medalhas em prata dourada, da Omnia. São feitos à mão e traduzem tanto amor. Adoro  esta peça, um especial para o Dia da Mãe. Mas estou de olho num fio para levar ao peito, com a imagem dos pais e uma menina. Mais um projeto made in Portugal a ter em conta. 






Gostam??? Divirtam-se nas escolhas! :)



terça-feira, 16 de dezembro de 2014

A miúda e o ballet...


Quando, aos dois anos e meio, a Matilde despertou para a descoberta das actividades extra-curriculares...pediu logo para ir ao ballet. Aos 3 anos, resolvi que sim, que já era altura...e estava tão certa! 

Ontem foi a primeira aula aberta da turma, e a primeira vez portanto, que vi a miúda bailando a sério. Já conhecia os seus dotes artísticos, dos espetáculos diários que dá cá em casa, e já sabia que jeitinho para a coisa não lhe falta. Há meses que todos os dias, põe a dança final do Dirty Dancing no youtube, e reproduz (passo a passo!) a coreografia. 

Dança em frente à TV, na fila das compras, durante as jantaradas nos avós, na hora do banho, na altura de vestir-se...dança, dança e dança. Todos os dias, vezes sem conta, entrego-lhe o meu melhor sorriso...porque é sempre um gigante prazer ver como cresce, como é graciosa, como tem noção do seu corpo e do espaço, como tem ritmo, como encadeia os passos, como é flexível, e sobretudo, como é determinada a fazer sempre melhor. É tão engraçado e querido, perceber que já tem o seu próprio gosto e as suas vontades bem definidas. Ela não escolheu o ballet ao acaso ou só porque sim. Escolheu porque realmente adora estar ali, vestida em cor de rosa, realizando cada tarefa com muito cuidado e atenção. E na verdade, para nós pais, o que interessa mesmo é que saibam escolher por si, e que sejam infinitamente felizes nas suas jornadas. 

Quando entrou na sala do ballet, já vinha cheia de orgulho! Fez a aula sem timidez, sem vergonhas e principalmente, muito contente. Radiante! Ao final da aula, recebeu um miminho dos avós, que mais uma vez encheram o coração da miúda com tanta delicadeza. E que querida que ficou com o seu primeiro ramo de flores! "Pareço uma noiva, mamã! O papá não vai acreditar..." :) 

O que esta meia hora de aula me valeu? Pude ver de pertinho que a actividade que ela escolheu tem mesmo a sua cara, e que sem dúvida, ainda nos vai trazer muitos bons e bonitos momentos. Sorri uma e outra vez, e senti o coração palpável, real. Vi que ela adora o espelho, dá muitos risinhos, e é muito atenta. Tem alguma maturidade para o ballet, mesmo sendo tão pequenina. Não pude deixar de sentir uma alegria mesmo profunda, ao pensar que ela escolheu fazer aquilo que eu fiz por toda a vida. Sem dúvidas que vou estimular este gosto ao máximo, e quando der conta, um dia vou ter trocado de lugar...a menina da minha infância e adolescência, antes bailante, vai então estar na plateia enquanto mãe, e a Matilde vai estar no palco a dançar. Aposto que a minha mãe vai estar ao meu lado, revivendo lembranças e fazendo nascer novas histórias e memórias. ❤️









O primeiro buquet, já a decorar o quarto da miúda






quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Vamos para a escola?


Ontem foi um dia especial. Uma manhã para guardar na memória. Para sempre.

Mamã acordada desde às 6h30. Tudo pronto.

Luz de presença acesa. Musiquinha clássica para crianças.

"Bom dia, princesa! Bom dia, luz do dia!" - abro um bocadinho as persianas e deixo entrar os primeiros raios de sol. Entre miminhos no rosto, vou anunciando um dia de alegria...

"Vamos ver os meninos? Ouvi dizer que há uma Rita desejosa de te conhecer, meu amor...e está à tua espera um escorrega!"

Nada. Nem piu. Vou tirando fotos de cada instantinho, descrevendo o que aquela manhã estava a guardar. Ela vai abrindo os olhinhos ensonados...insistindo em voltar a fechá-los, dizendo que "naauuum"...

"Desta vez não pode ser, querida. Ontem já deixei que ficasses na preguiça. Hoje é dia de brincar."

Nada. Continuávamos sem um piu. Mas eis que surge o papá, por quem a Matilde tem descoberto estar ligeiramente apaixonada. Coisas de meninas. 

"Papááá!" - abrindo um sorriso largo...

E pronto, sem música, sem ensaios e sem planeamento, o papá conseguiu despertar a energia da miúda. Vestiu-lhe a roupa que com carinho separei, calçou-lhe os sapatos que com cuidado lavei. Escovou aqueles caracóis da forma que lhe ensinei e deu o leite que eu preparei. 

"Pronto. Hoje é mesmo o dia de deixá-la bater asas e voar sem mim. Já começo a sentir a comichão do abandono" - pensei, ligeiramente enciumada, e ligeiramente dramática.

A menina entrou pelas portas da escolinha, avançou os seus importantes passinhos, e eu fui ao lado...até recuar. Sim, eu recuei. Escondi-me atrás do papá, para conter as lágrimas que teimavam em cair. Senti-me a mais idiota das pessoas. Não sabia se havia de abraçar a educadora, pedindo baixinho que cuidasse bem do meu tesouro, ou se optava por a odiar desde já. Sim, o desprezo por ela poderia ser a minha defesa. Arrancava logo a miúda dali, a levava para casa e continuava sem a incómoda ideia de ter uma estranha a partilhar o trabalho de educar a minha filhinha.

Mas como, para além de idiota, até sou uma mulher inteligente...liguei o modo "stand by" e decidi deixar a vida acontecer e me levar.

"Então, vamos lá. Vamos entregar à vida o que lhe pertence. E rezar para que tudo aconteça de forma serena. Para mim, e para a Matilde." -pensei de forma resoluta.

Em casa, vivi as primeiras horas desta nova aventura. Ainda atordoada, e ainda a aprender a ser mãe à distância. 2h depois, já estava pronta para a ir buscar, e sempre colada ao telemóvel. Logo eu, que pensei que iria aproveitar cada segundo para descansar e pôr em dia a minha vida. Logo eu, que sabendo ser mãe galinha, acreditava ser bem resolvida com as questões do crescimento. Logo eu...calhei de ser uma agarrada, uma viciada. Praticamente dependente deste laço.

E quando pensava ser maluca...outro dia nasceu. E com ele, mais tranquilidade, menos ansiedade, e mais normalidade. A mesma rotina aconteceu, onde habita agora ume mãe crescida. Um bocadinho mais, só um bocadinho. Porque isto de ter pressa não funciona na maternidade.

;)

Beijinhos, muitos.



"Bom dia, luz do dia!!"

Mau humor matinal. Mas só com a mãe.

"Tou gira, mamã. Vamos?"



A M Veste:

T-shirt e calções: Pedro&Matilde
Laço XL: Love M

sábado, 24 de agosto de 2013

sábado, 29 de dezembro de 2012

Agora quem manda é o pai! (Queria eu!)

Ui...! Estou cansada...Verdade...acreditem!

A M. está numa fase um pouco chata...está "viciada" na mamã, mais do que nunca! 
Oh, meus queridos e queridas...eu sou daquelas mães, tipo "galinha" mesmo...que nunca negam o quentinho do colo...muito menos aquela vozinha querida que apaga qualquer mazela.

Mas, às vezes quero ser gente. Quero ser a mulher que se arranja para sair para jantar com o marido, que põe perfume, que veste a roupa que recebeu no Natal. Que se põe bonita, com batom vermelho e tudo mais...

Fogo...antes era tão simples. Era algo que eu fazia  com a maior simplicidade. Hoje, é um luxo. Não me levem a mal...não quero parecer menos mãe por isto...

Desde que a M começou a andar, tudo é muito mais fácil. Eu, que sou apologista de se fazer tudo em casa, desde a unha até ao cabelo, passei a ter uma liberdade que me parecia impossível...acreditem. 

Desde sempre, fui ao cabelereiro reforçar a minha "loirice", e pintar as (poucas e curtas) unhas que tenho. Mas quando me tornei mãe, passei a fazer  tudo em casa...e até brinco com o maridão...porque ele tem sorte em ter a mulher "prendada" que tem...!  E tem mesmo!

Eu penso que sei fazer tudo...tolice a minha! Um dia destes, resolvi pintar o cabelo de loiro em casa. Ui! Grande desgraça! Vocês nem imaginam o tom de laranja que recebi...mas como não sou nenhuma desistente, e gosto de provar algumas coisas, lá fui eu pintar as madeixas outra vez. E deu certo. Amém. 

Já estou "poupada" de ir ao salão outra vez. "Acastanhei", e estou satisfeita. ;)

Vocês devem estar a pensar no porquê de eu estar a falar na minha cabeleira, quando o assunto era a minha M...e eu explico...eu errei! E errei feio! Resolvi fazer tudo em casa, para não ter que deixar a  minha pequena sozinha, sem mim. Para não ter que pedir que alguém ficasse a olhar por ela...e porque, no fundo,  não quis deixá-la sem a mãe. Eu depositei na M. tudo o que podia...e agora ela não pode viver sem mim! Então, tenho um pai com algum ciúme...e uma família que lhe acha uma mimalha. 
  
É verdade, e eu sei. Não nego  e nem tento arranjar desculpas para isto. De facto, a M. está "viciada" na mamã. Mas, minha gente, eu nunca fui mãe...não sei as regras, e claramente, vou errar. Como qualquer uma de vocês. O meu pecado é ter criado alguém que me ama absolutamente, e que confia em mim mais do que em qualquer pessoa. Se me arrependo? NÃO! Nunca. Se reflito sobre isto? Sim. Não sou nenhuma burrinha...e obviamente, penso nos sentimentos da minha filha.

Sei que ela tem um pai mais do que maravilhoso, e uns avós que valem ouro...sei de tudo isto! Mas, então como posso partilhar o amor da M. com estas pessoas? Ela adooora estar com eles...brincar, jogar, passear...mas então, chega a hora da sopa, da fruta, do leite...e também chega a hora de dormir...e ela não quer ninguém...só à mãe.

E o que eu faço? Porque é preciso que ela aceite outras situações, outras pessoas...ou a menos ao pai! Aí, eu penso: será uma fase? Será que não estou a dar espaço? Será que simplesmente, assumo tudo e não deixo que o J. seja pai e tome o seu lugar?

Hoje, após quase dois meses a ser mãe a tempo inteiro, saí para jantar com o maridinho, e a avó J. ficou com a M. Era quase meia-noite quando voltei, e lá estava ela...acordada e à minha espera. Não conheço bebé da sua idade que fizesse tal coisa. A maioria, penso eu, teria cedido ao sono. Mas ela não. Mal ouviu a campanhia, já estava a chamar pela mamã...

E agora, minha gente?! Como eu faço para a M. assumir que se sente segura com o pai, a avó, ou a tia? Como faço?

Só sei que a apanhei na casa da avó, coloquei-a no carro e segui para casa. No caminho, ela esteve sempre acordada, agarrada à minha mão. Quando chegamos à casinha, a M. pediu para ver  a Gabriela (a novela), que lindamente chama de "bela". Ela sabe que esta, é a hora de dormir. Como sou noveleira e tenho sempre o último episódio gravado, pus a "Bela" a rolar...

Mal a M. adormeceu. corri para o "papá", avisando que aquela era a hora de ele assumir a cria...ele, que estava entretido no computador, ficou sem entender...tamanho era o meu desespero! Apressadamente, eu lhe disse: "a M já está a dormir. Já está na cama, e se chorar, tu assumes!". E então ele perguntou: " E se ela chamar por ti?". E eu respondi: " Faz de conta que eu morri. Morri mesmo. Não existo".

Hahahahaha...foi uma risota! Mas ao menos fui honesta...

Deixem-me tomar a minha taça de vinho em paz, please...uma vez, de vez em quando.

Desculpem lá o desabafo... :p

Beijocas minhas, e tenham um bom domingo!


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quinta-feira, 27 de dezembro de 2012

Um dia especial!

Hoje é um dia lindo. Um dia forte, um dia querido, um dia de festa. Festa dentro de mim.

Hoje, estamos a comemorar mais um ano de vida da nossa Maria. A mãe, a avó, a bisa. A mulher mais forte e mais correta que eu conheço. A nossa guerreira, fortaleza de todos nós.


Setenta e nove é o número que hoje comemoro.   

A Maria de quem eu falo, é marcante, mexida, amada. Protetora. Maternal. Natureza.

O meu pai diz que ela é santa. Para mim ela é amor. No sentido mais amplo da palavra. Não lembro de ter conhecido alguém que ficasse indiferente a esta senhora. Desde os familiares próximos, aos mais distantes, passando pelos amigos, os mais diversos, que na sua casa entraram. O homem que arranjava o jardim, o que pintava as paredes, ou o que fazia os consertos todos. Há um mar de gente fiel a esta mulher. É o poder das Marias.

A Maria é tímida, e das poucas vezes que nos falamos via Skype, ela não aparece muito. Fica num cantinho, calada, quase que a fazer alguma cerimônia. Mas não tem mal, o importante é vê-la. É sabê-la bem. É tê-la  mais perto de mim.

A Maria não é de muitas expressões, mas fala, e fala muito. Só não gosta que façamos piada disto. Quando ri, é de forma encolhida...e até lacrimeja quando o faz. É de uma inocência sem tamanho. É pura. É mesmo Maria.

A Maria é trabalho, é suor, é batalha, é bondade, é calor. É abraço que abraça o peito. É doce, é salgada. É torrada com chazinho quando estamos com dor de barriga, é toalhinha com álcool quando temos febre. É quem tem paciência com as criancices todas, é quem concilia. É quem oferece nos aniversários, os únicos sabonetes que vais guardar para o resto da vida. Ou aquele par de meias que vais usar com muito, muito, muito cuidado. É quem chora quando os animais sofrem naqueles filmes da sessão da tarde. É quem cuida do teu cãozinho, quando mais ninguém o faz.

A Maria é um prato quentinho de comida, justamente quando estamos a morrer de fome. É a massa à bolonhesa, a lasanha, o lombo assado com farofa, e a salada de batatas que guardamos na memória.  É o bolo de chocolate da Sexta-feira. É a história do patinho na lagoa (Tchibum! Tchibum!), contada num quarto daquele edifício amarelo. Ninguém cuida de mim como ela.

A Maria tem coragem para mudar o mundo, e criou gente linda para continuar a fazê-lo.

A Maria foi quem nos levou ao colo, e quem criou uma família de mulheres valentes como tudo. E sem falsa modéstia, mulheres maravilhosas. Que não o seriam, se não fosse ela a nossa Maria.

Não há uma das suas netas, que não lhe entregue uma paixão absoluta, e que por ela, não carregasse o peso do mundo às costas. As duas filhas, lhe dedicam tal sentimento, que às vezes pensamos não ser normal.

Por esta Maria, tenho tanto amor, mas tanto amor...que sinto que sou mais feliz por isso.

Sofro quando não estou junto dela, e já lá vão uns longos três anos em que a distância não ofereceu qualquer trégua. Casei, fui mãe e ainda não estivemos juntas. Esta é uma mágoa que tenho cá dentro, e que só a vou apagar quando abraçar a minha Maria. Assim, com todas as minhas forças, com toda a minha vontade.

Hoje, é dia de festa e eu choro. Mas não é choro simples. É daqueles que chegam com a cara já amarrotada, e com um soluço atrás do outro. É choro que eu tenho que segurar para não tomar conta de mim. Não é choro de dor. É de saudade. E saudade mata a gente.

"Vó"...sei que vão ler isto tudo para ti, mas não escrevo para tu chorares...por favor...escrevo apenas porque é a minha maneira de chegar a ti, e de falar do meu amor sem fim e sem tamanho. É o meu jeito de agradecer por me teres feito uma " Maria".

 Te amo profundamente, e até qualquer dia... ;)
Um beijo grande, e um abraço apertado...da tua neta.



P.S: Eu podia querer escrever bonito e tal...mas não. Apenas escrevo esta carta para ela, que é um pedaço de mim, e partilho com o mundo o meu sentimento. Eu nunca poderia competir com o Milton Nascimento. Ele já tão bem descreveu a minha Maria. Não lhe retiro uma palavra, não lhe acrescento uma vírgula. Para quem não conhece a música, nunca é tarde...para quem já tantas vezes a ouviu, só posso dizer que nunca é demais.

"Maria, Maria. Quem traz na pele esta marca, possui a estranha mania de ter fé na vida".



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