Mostrando postagens com marcador Sonhos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Sonhos. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 8 de abril de 2015

Felicidade é só questão de ser...


Gosto das coisas simples. Bonitas. Simbólicas.
Gosto da palavra. Do afeto. Da energia.
Gosto dos pedaços, dos minutos, dos segundos. É no fragmento que cabe o mundo inteiro.
Cabe nele o que eu quiser. Quando eu quiser. A opção é minha.
Sempre.
Às vezes, basta um sorriso honesto para fazer a minha alma rir em resposta.
(Tenho uma alma de riso fácil, é verdade)
Ou uma pequena gargalhada, daquele tipo incontrolável.
(Adoro estas!)
É preciso tão pouco para fazer do meu mundo um lugar melhor.
Ainda bem.

Gosto de ter o copo sempre meio cheio.
Gosto de o ver assim. 
De saber que existe o lado bom, e de acreditar nele.
Eu acredito no bom a todo instante.
Não quer dizer que não exista o fracasso, a decepção, a raiva.
A mágoa. 
As frustrações.
Mas tudo tem o peso que damos.
E eu escolho dar pouco peso ao que já pesa demais.
Para o amargo, faço careta e sigo viagem.

Quem dera que no meu/nosso mundo fossem todos assim...


P.S: Hoje descobri a Digo Posters. Foi uma fatia de tempo que me fez feliz.
Gosto de ideias giras, de boa estética, de gente positiva. 
Sei que a palavra tem poder, e aprendi a confiar nela. 
Por isso, escolho bem as que quero guardar. Sei selecionar. E tu?
(Acho que uma casa com posters Digo deve ser um bocadinho mais feliz...
e as quotes do dia também são tuuudo de bom! Para não perder umazinha sequer, basta seguir a página AQUI.)

Um bom "meio de semana", minha gente.














Quotes que são o máximo:






terça-feira, 17 de março de 2015

Coisa de criança


"IRS não é brincadeira, mas pode ser coisa de criança"
Sabiam?

Já não deve haver quem não conheça o trabalho da Make-A-Wish, mas eu me disponho a explicar... :)
A Fundação tem como missão realizar o maior desejo de crianças e jovens que sofrem de uma doença que coloca em risco a sua vida. No programa, que abrange idades entre os 3 e os 18 anos, o compromisso é oferecer um momento de força, alegria e esperança. E sim, eles cumprem a tarefa com o coração. De outra forma não poderia ser.

Nos próximos 3 meses todos os portugueses vão poder dar uma mãozinha solidária cheia de carinho, ajudando a Make-A-Wish através do preenchimento do IRS. É rápido, fácil, seguro...e faz bem. Faz bem a quem ajuda, mas faz muito mais por quem precisa. Por isso, nesta altura é hora de vestir a pele dessas famílias, e sobretudo dessas crianças e jovens que lutam, lutam e lutam. Bora ajudar? 

Basta colocar o NIF Make-A-Wish na sua declaração.

Esta deve ser a única possibilidade de transformar o IRS num momento de prazer. ;)
Para doar, 0,5% do IRS, basta preencher o anexo H -Quadro 9- Instituições Particulares de Solidariedade Social ou Pessoas Coletivas de Utilidade Pública com o NIF Make-A-Wish 509 196 853,
sem qualquer perda de benefícios fiscais.

Beijinhos!








segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Uma carta para ti (II)



Passa pouco da meia-noite. Antes, estaria aqui a escrever um post sobre moda. Muito provavelmente, sobre as roupas que mais me encantam neste "anunciar de Outono". Ou sobre os saldos, não sei. Já não consigo pensar propriamente neste tipo de assunto, que vão -para já- ficando pelo nosso Facebook. 

Antes. Sim, tenho de dividir o tempo entre o antes e o depois do alçar voo da minha menina. Foram quase 27 meses em casa com a minha princesa, o meu amor maior. Mais de 2 anos entregues ao exercício daquilo para o qual fui talhada para ser mesmo, mesmo muito boa. Sem falsas modéstias, porque isto de ter um blog serve exactamente para desaguar a verdade que se sente. E eu sinto assim.

Antes deste tempo de escola, não lembro de adormecer a Matilde antes das 22h. Hoje, com a rotina instalada, às 20h30 reina um silêncio de inverno. Frio, frio, frio. Acabo por sentir saudades da minha grande, a melhor, companheira. Me apanho a dormir num colchão colocado no seu quarto, sem grandes necessidades, mas apenas para matar um bocadinho de saudade da sua presença. O corte,também  para mim, tem sido complicado...doloroso. Saber e sentir que passa mais horas acordada na escola, e não debaixo das minhas asas...dói. Fisicamente mesmo, como disse hoje à querida Tia Cocas, que começa a ensaiar o mesmo bailado. 

Quando engravidei, estava a trabalhar. Quando a Matilde nasceu, tinha acabado de encerrar um contrato, e achamos por bem que eu estivesse com ela por um ano. Um ano que se prolongou...e que me permitiu ser o mais feliz que me lembro. Agora, vejo a minha cria iniciar um bater de asas, e estremeço as minhas para voarmos ao mesmo tempo. 

Ser mãe é a mais bela das tarefas humanas, e que me perdoem os pais. Mãe é um ser capaz de se tornar gigante. Capaz de abrigar o mundo, cegar a dor, e fortalecer a vida. Pai também é, um dia, mais tarde. Mas à parte das discussões de sexo... Sinto-me infinitamente maior, juro, por ser mãe da Matilde. Não imagino uma existência que não fosse a de ser maternalmente responsável. A maternidade define muito de quem eu sou, e pouco consigo lembrar da vida independente de não-mãe.  Sou tão infinitamente mãe...que não consegui descansar um único minuto antes de sentir a minha cria verdadeiramente tranquila neste princípio de "vida académica".

A semana passada foi para esquecer. Mas eu eu não esqueço. Vocês, que passaram pelo mesmo, também não...eu sei. Tantas foram as mensagens que eu recebi. Tantas! De mães a aconselhar, a acalmar, a desabafar...mães que, como eu e como mil, sofrem aquela dor aguda de separar-se de um filho. Como se explica isto a quem não sabe o que é? Sim, porque alguns podem pensar que isto é uma autêntica dramaturgia. Mas não.

Confesso ser uma mãe galinha e um tanto controladora. Como a minha mãe costuma dizer, "é preciso trabalhar esta questão". Durante a primeira semana de infantário da Matilde, ouvi o seu choro e a sua agonia. Telefonei e bati à porta tantas vezes quanto o bom senso permitiu. Não saí de casa, na inconsciente ideia de estar mais perto da cria, já que a escolinha fica mesmo à distância de um elevador. Sofri e chorei com o som das suas lágrimas, mas não me consegui afastar das janelas. Não se enganem. Fui forte. Forte como era preciso. Cumpri a minha tarefa de resistir à dor e à separação. Sobretudo, de resistir às dúvidas. Sou daquelas pessoas que só desistem do que não interessa, e quando o contrário acontece, entrego o coração e a alma ao aprendizado e à luta. E assim o fiz, com todas as emoções a fervilhar 24h por dia. Sim, é pleonasmo.

Sofri a dor sofrida, que é como quem se repete, até descobrir o flutuar prazeroso da confiança. Descobri que fui capaz de escolher o melhor dos infantários para a Matilde. Descobri que não há ali dentro, uma única pessoa a quem eu possa torcer o nariz. Descobri que há gente disposta a ser grande e a ser inteiro, e que não deixa uma mãe afligir-se sem uma palavra de amizade. Palavra esta que é repetida diariamente, como num mantra de paciência. E mais uma vez me repito, sim.

Descobri que há gente capaz de falar com voz de veludo, mesmo após 8 dias de tortura chorosa. Descobri que há gente que batalha pelo mesmo que eu, e que qualquer pai que entrega um filho. Descobri que de longe, há gente capaz de entrar pelas minhas janelas e abraçar o meu coração, enquanto oferece "colinho" à minha cria. Vi o quão belo é ver a Matilde voar num escorrega e navegar numa piscina de bolas. Correr entre crianças, enquanto ensaia as primeiras trocas de palavras. Enquanto eu recebo um telefonema a pedir para ir à janela contemplar o iniciar da tão esperada socialização da minha filha. Um passo que nunca na vida me vou esquecer.

Agora, dorme serena a minha criança. Tem os olhos rasgados num sono profundo, um traço tão particular, herdado do pai. Aquela expressão horizontal, de pestanas infinitas. Fala a dormir com a mais bela voz que ouvi. Grave e aguda, quase rouca enquanto repousa. Há pouco, sentiu que eu entrava no quarto e pediu o "leitinho", mesmo a dormir o seu sono profundo de criança crescida. Bebeu tudo, enquanto me fazia miminhos com as mãos quentes e suaves, absolutamente macias como o pêlo. E eu, ainda de perto, senti saudades pelo amanhã. Senti, e sinto, mesmo tantas saudades...dos dias em que as manhãs eram eternas, num enrolar de abracinhos e sonhos. De soninhos pequeninos e entrelaçados, enquanto eu tinha cuidado e fazia silêncio ao sair da sua beira para ir tratar da vida real. Enquanto esta vida real era bela pelo seu dormir aconchegado entre lençóis e mantas, minuciosamente envolvidos por mim.

Agora repousa no seu descansar de menina que vai para a escola, e que aos poucos ganha forças para existir sem mim. Eu, mesmo que contra-natura, aceito e reforço o seu vencer. Quero que "seja" para além de mim. Quero que guarde para sempre o que eu lhe ofereço, mas que seja capaz de encontrar a Matilde que é, num mundo onde eu não esteja. No seu mundo. Num mundo onde eu não estou para aconchegar, mas que eu preparei para ela. Macio, limpo, sereno. Como as mantas em que lhe embrulhei há pouco.

"Minha filha Mais-Que-Amada, este texto é para ti. Só para ti. Para que leias e saibas, mesmo que tenhas esquecido, que este momento de deixar-te planar voo me doeu, me custou...mas que valeu. Porque já me mostras que fiz a opção certa, e que fui exacta ao perceber o que precisavas. Espero ser sempre assim para ti. Espero ter todas as tuas respostas, e receio que não. Mas vou ter sempre guardado e pronto a oferecer, o calor que sentiste quando deitaste à minha beira nos teus primeiros anos de vida.

Te amo para além do infinito.

Mamã Lua."















domingo, 16 de dezembro de 2012

Seja Amigo da Felicidade

O que você faz para ser Feliz?

Felicidade não é coisa fácil, não recebemos à toa. É um estado que se pode alcançar com trabalho, muito trabalho. Trabalho interno, antes de qualquer outro. Trabalho de olhar para dentro, de conhecer quem somos, de arrumar a "casa". Custa tanto quanto custa amadurecer.

Ela chega quando mudamos de atitude, quando olhamos profundamente para a nossa existência. Vem para perto de nós se aceitarmos quem somos, e é muito mais real e fiel quando aprendemos a sorrir pelo outro, pelo mundo.  Muitas vezes, ela apresenta-se a quem sabe sair de cena, para ver o outro dar espetáculo, brilhar. Porque quando somos capazes disto, de olhar ao redor, multiplicamos as hipóteses de felicidade. Ela passa a estar em toda a parte, onde menos esperamos. No "bom dia" daquele homem que passa por nós, no caminhar daquele bebé, no olhar daquela senhora que pede esmolas na rua.

Pode ser ligeira, arrebatadora, fulminante. Mas bom, bom mesmo, é quando é tranquila. Quando é inteira. É quando chega de malas feitas, pronta para ficar. Quando transformamo-nos no seu amigo.

Felicidade não perdoa desaforo, meus queridos leitores. Ela pode casar com você, e raras vezes abandoná-lo. Mas ela não vai olhar para si, se você estiver desinteressante. E quem desperta interesses é aquele que sabe amar, sabe sorrir, sabe agarrar o que vale a pena na vida, e descartar o resto. É capaz de admirar, e é capaz de dizer isto. É capaz de desejar o bem.

Interessante mesmo é quem sabe plantar o bem, e colhe como poucos. Agradece o que tem, compreende o que não tem. Tudo, sem olhar para o lado. Sem cobiçar. Sem querer ser o outro, sem querer o que é do outro. Sabe ocupar e transformar o seu próprio lugar. Rega as plantas de casa. Embeleza a vida. Flui, flui, flui. É alguém que é bonito, mesmo bonito. Interessa-me este alguém.

E só aviso: tenha calma...há lugar para todos nós. Com todas as nossas diferenças, com todas as mil  e uma qualidades que você tem. Que eu tenho. Com a beleza que eu tenho na minha vida, e você na sua.

Ser feliz é uma arte. E, tristemente, informo que não é para todos. Porque tem gente que não sabe ser, não encontra o caminho. Não enquadra. Porque há quem não seja leve, quem não seja livre. Tem gente que até quando solta as amarras, é sem jeito. Não combina. O que era para ser uma gargalhada, soa a susto. Inevitavelmente, e não por mal, deixam de fazer parte da minha vida. Porque não condiz comigo e com os meus. Simples assim.

Acredito profundamente que aqueles que não sabem ser felizes, têm a perfeita consciência disto. Sabem onde o sapato lhes aperta, sabem como funcionam, como olham para o mundo. Mas mudar é difícil, dificílimo. Exige tempo, pede coragem. Pede generosidade, consigo e com os outros. Mas generosidade, minha gente, é coisa rara.

É triste perceber que tantas pessoas apenas "passam" pelo mundo. Sem dar conta, sem deixar nada de lindo. Que desperdiçam o dom da vida com coisas mesquinhas, tacanhas, minúsculas. Digo que é triste, porque é mesmo. Só posso desejar que algo mude. Por elas, não por mim. Também posso escrever sobre isto....e assim o faço. Porque posso.

Você pode agora estar a perguntar-se a razão deste texto. E eu explico. É por pensar na sorte que tenho, porque recebo afagos e generosidade, muitas vezes de quem nem conheço. Por chegar à conclusão de que há muita gente capaz de ser feliz.

 Desde que iniciei o blogue, tenho sido alvo de muito carinho, e agradeço infinitamente. São pessoas que me presenteiam com palavras de incentivo, e é para elas, para a grandeza de espírito que têm, que eu reflito e publico. Que eu ofereço a minha casa interior, o meu canto.

E não esqueçam. É como diz a música, "felicidade é só questão de ser".  ;)

Agora, pergunte-se: "O que eu faço para ser feliz?".

Beijinhos para quem consegue, para quem tenta.





Para seguir esta mamã no Facebook é AQUI. ;)

sexta-feira, 30 de novembro de 2012

Desabafo de Natal

Ando, há tanto, desencantada com o rumo que o país está a tomar. Portugal sempre foi e sempre será um pedaço enorme de mim, que me enche de afetos, e que costumava trazer-me satisfação, e orgulho da minha escolha de estar cá. 
Vim para estudar, atrás do jovem sonho de viver novas experiências e sair da caixa. Assim o fiz, e posso dizer que vivi imenso e intensamente cada oportunidade que me apareceu à frente. Fiz amizades lindas, descobri novas formas de festejar e estar na vida. Andei por muitos pedacinhos desta terra, e aprendi a apreciar a beleza de ter as 4 estações do ano, de verdade e por inteiro. Com cada imagem que nos apresentam...com cada colorir que se renova. Hoje gosto tanto deste "relógio" da natureza, que penso já não conseguir viver sem.

Mas agora o frio chega tão profundamente, que faz-me pensar...Estamos quase no natal, e esta, que sempre foi uma altura de enorme alegria, agora tem um certo toque que amarga. É...ao menos para mim, o natal tem tido um sentido diferente. Sempre foi um momento de dar graças, querer o bem. De meditar sobre os cantinhos do mundo, e sobre quais seriam os seus contextos nesta quadra. Mas fazia isto com o coração preenchido de vermelho, iluminado com mil e uma luzinhas piscantes e coloridas. Agora, já não é assim. Penso mais acastanhado, escurecido...sinto mais. E a desilusão é maior e mais funda.

Tenho pensado no futuro, no que me aguarda pela frente. No futuro da minha amada M., da minha família...e no futuro do lugar que escolhi para viver e construir o meu ninho. Protegido, seguro. Sinto-me então, ameaçada pelo natal. Simplesmente, porque ele me faz pensar. Mas sei, na perfeição, que a minha ameaça é outra...e é a mesma que assombra todo o país.
Quantas crianças não terão o natal que merecem? Quantos pais vão descobrir o sentimento de impotência, a pensar que estão a falhar? Quantos vão se sentir pequenos? Afogados na desilusão de um país que só tem perdido uma batalha a seguir à outra...

Sou uma otimista incurável, e ver o lado belo da vida é algo que não consigo contrariar. Quem me conhece, sabe bem que diante das pedras, eu vejo as flores que estão a seguir. Mas tenho tido alguma dificuldade em manter este espírito. Talvez seja um efeito colateral da maturidade, não sei. Mas talvez não. Penso que estão a tirar-me a esperança e a capacidade de admirar. Coisa que não tem perdão possível.

Tenho tecido, interiormente, um manto de planos. São tantos...! Cada um deles, é como um retalho de pano achado dentro de mim, e tem a sua beleza e os seus tons. Cada um deles se complementa e não pode existir em solidão. Um inspira o outro...que inspira outro, e outro, e outro. Vasculho e dou uma sacudidela às minha ideias, lembranças, amores. E assim, surgem os planos de algodão, cetim, chita. Alguns se criam, outros se recriam, e assim vou tecendo, tecendo...assim, na ficção, na imaginação. Porque a verdade dos fatos, é que vivo num atelier sem estrutura, desmoronando. Um lugar que começa a ser abandonado, porque não dá retorno aos que nele trabalham. Um lugar que parece sem luz.
Este mesmo atelier, já foi diferente. Tinha crianças a brincar, pais traquilos que as criavam, velhinhos e velhinhas, que sentados em cadeiras de balanço, bordavam e bordavam, na certeza do reconhecimento de uma vida.

Mas um dia, chegou um circo à esta terra. Diferente dos outros. Grandioso, com palhaços educados, que sorriam e chamavam para o espetáculo. O povo, cansado dos mesmos (bobos) palhaços e das palhaçadas que nada traziam de novo, entrou na fila, comprou bilhete, fez propaganda. Queriam ver coelhos a sair da cartola, e lobos em pele de cordeiros. Prometiam até o Gasparzinho. Pois bem...foi neste dia, que o atelier desmoronou, entristeceu. Baixou as persianas e encostou as portas.
Foi neste dia, que muitos sonhos enterraram-se dentro de nós. Foi neste dia que deixei de ter o direito de alinhavar os meus pedaços de retalhos, os meus planos.

Não se sabe bem o porque, e pelas ruas há confusão e desentendimento. Há balbúrdia. Há pobreza. Há gente infeliz e desacreditada. E o coelho continua a sair da cartola.
Agora, só se  pergunta por aí quando é que o circo vai embora. Mas, minha gente, o circo veio para ficar.
"Até quando, até quando, até quando..."
Sabem...é a primeira vez que vejo um circo que não condiz com o natal...

(Desculpem o desabafo! Sei que o cantinho é da M. , mas também é da mamã aqui...)

Para seguir esta mamã no Facebook é AQUI. ;)